terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Escrito em português do Brasil.
EDIÇÃO DE 8 de agosto  de 2017
Para quem leu este blog, antes de 2015, recomendo que torne a ler. Tem muitas novidades, principalmente o capítulo 4 (um novo conceito sobre gravidade) e a partir de 15/03/17,  uma descoberta deu uma solução aparentemente definitiva sobre alguns mistérios do universo. Veja detalhes no final do capítulo 10.

    
Em dezembro de 2013, houve um recorde de visualizações (4.062, neste mês). Agora, 17/08/2017, são mais de 64.000 totais.
Este blog está sofrendo correções.

NESTE BLOG É DADA UMA SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DA ENERGIA ESCURA, DA MATÉRIA ESCURA, DA MATÉRIA E ANTIMATÉRIA, DOS RAIOS CÓSMICOS, DO BOSON DE HIGGS, DA GRAVIDADE, DA SINGULARIDADE, DA NÃO EXPANSÃO DO UNIVERSO, DA INFLAÇÃO CÓSMICA, O NÃO BIG BANG, O QUE EXISTIA ANTES DO NASCIMENTO DO UNIVERSO E OUTROS MISTÉRIOS. 

O universo é uma ilusão de ótica.


Primeiro registro:MEC-13/04/2007 n°: 401.117 - liv.747 fl. 227

Ultimo registro:MEC- 05/06/2017 Registro no. 734.348 Livro 422 - Folha 62 



                             O UNIVERSO
  
 Experimento do satélite COBE, divulgado em abril de 1992 por George Fitzgerald Smoot III (1945), da universidade da Califórnia em Berkeley.

Idealizado em 10 de novembro de 2009

Última modificação:  agosto de 2017

  Este blog está sofrendo modificações e correções quase que diariamente, a fim de ser corrigido e atualizado. Já foram feitos vários registros. 
NOTA IMPORTANTE A principal finalidade deste blog é mostrar o nascimento do universo e o que existia antes de seu nascimento.    

    Estes são dois grandes mistérios do universo.

 Capítulo – 1

O NÃO BIG BANG 

A ROTAÇÃO DO UNIVERSO

A NÃO EXPANSÃO ACELERADA DO UNIVERSO


Frase de Einstein: Todas as teorias físicas deveriam se prestar a uma descrição tão simples que até uma criança pudesse entender.
   
    O NÃO BIG BANG

    A teoria do big bang foi a pior coisa que aconteceu na cosmologia. Ela deu um rumo errado na ciência. 
    Quando a base de um estudo não está correta, todo o resto está perdido. É este o motivo da dificuldade de se entender os mistérios do universo. 

        A primeira coisa mais importante a acontecer, neste blog, foi a descoberta do que é realmente o RUÍDO CÓSMICO DE FUNDO. Isto aconteceu em 2006. Com isto surgiu todo o resto. Este resto que modificou aqui, todo o conhecimento do universo. O Ruído Cósmico de Fundo não é o eco do big bang e sim o magma originado pelas descargas de raios gama na periferia do universo. A idade real do universo é bem superior ao estimado: cerca de dezenas de bilhões de anos (isto será visto mais adiante). A teoria padrão está montada numa teoria errada. Isto significa dizer que os cálculos matemáticos provam que o erro está correto, mas isto não é a verdade. Por este motivo entortamos a física para caber neste erro. Eis aí a explicação de tantos remendos na física.

      É possível que alguma coisa pareça estar errada neste blog, mas também existe muita coisa correta. Se Einstein também errou, é claro eu não sou melhor que ele. A minha crença é que seu primeiro erro foi acreditar no big bang e que o universo se expandia aceleradamente. Até hoje tem pessoas desatualizadas que ainda falam em um universo sem um centro, sem periferia, que comparam a expansão do universo com um bolo de passas e se opõem às evoluções.
   Despreze o que achar errado e continue a leitura. O blog ainda está sendo feito e é possível correções. Ainda não foi apresentado às autoridades competentes para ser avaliado. É possível que isto nunca aconteça. Tem muitas correções para serem feitas e o tempo é curto. Se acontecer será naturalmente e já não estarei mais aqui para assistir. Não é meu interesse provar nada e sim tentar colaborar para que se resolvam os incômodos mistérios do universo. 
     Este blog ficou um pouco extenso, devido às modificações sofridas com a nova teoria. Despese os erros de formatação, pontuação, etc. O conteúdo é mais importante. Devido a retirada deste blog por vândalos, foi recolocado com muita urgência e não foi dada muita atenção a estes itens.

Existem teorias, leis físicas e conceitos que precisam ser revisados. Eu errei ao acreditar nisto e agora tento corrigir meus erros.  Exemplos:
  • Não existe energia infinita (existe sim, será visto adiante).
  • Nada pode ser mais veloz do que a luz (pode sim, será mostrado).
  • Nem a luz escapa de um buraco negro. Não é a gravidade que impede que a luz escape e sim o magnetismo do buraco negro, que age como as manchas negras do sol. O fóton não tem massa, tem magnetismo. Etc., etc., etc. (tudo isto e muito mais, será visto aqui).
  • A lei da conservação da energia só se aplica a um sistema fechado. Não se aplica ao universo (um sistema aberto). Pelo menos é isto que se observa na natureza. 
  • Na natureza, nada se cria nada se perde tudo se transforma. Não é bem assim para o universo. O certo seria: Na natureza, a energia se cria e tudo se transforma (será comentado mais adiante). O desaparecimento da gravidade só se dá, junto com a desintegração da matéria. Isto acontece nos buracos negros e nas explosões de raios gama.
  • Estas são algumas das coisas mais estranhas vista até agora, mas é isto que está realmente acontecendo.
  • O universo surgiu com a criação da matéria. Antes não existia a matéria. 

    Na teoria do big bang, já existia a matéria (o átomo primordial que explodiu). Este átomo primordial continha toda a energia e toda a matéria do universo. Como é possível? Como a matéria e a antimatéria se anularam, durante o "suposto" big bang, deve ter havido vários universos neste átomo primordial, para que sobrasse apenas um. Coisa muito bizarra para existir.  
      Esqueçamos a teoria do big bang. Começaremos agora do zero.
      A partir deste momento, veremos uma verdadeira revolução na cosmologia. Isto já faz parte desta revolução prevista pela ciência, como houve várias outras no passado e existirão também no futuro. Isto não significa que eu esteja certo. É apenas uma tentativa de querer consertar ( na minha maneira de pensar) um suposto erro. Nada disto deve ser levado a sério, antes de ser comprovado.
       O universo é criação e transformações.
    A primeira coisa a ser criada no pre-universo (no espaço vazio infinito), foi a energia elétrica primária ou energia fundamental. Esta é uma energia infinita, que pode se transformar em diversos tipos de energia e em matéria (o universo é a criação da matéria). 
     As partículas se apresentam de três formas: com energia positiva, negativa e neutra. Porém, o certo é que esta energia primordial não estaria agregada a nenhuma partícula (seria uma energia pura) e formou as partículas polarizadas (átomos) que continuam formando tudo no universo. Esta energia surgiu devido as condições severas e propícias do espaço (será mostrado mais adiante). Desta energia, seria criada a matéria e surgiu a gravidade e ambas também podem ser criadas (e já foram) em laboratório, pelo homem. O universo se comporta como um moto contínuo. Tudo isto parece impossível, mas não é bem assim. Sabemos que a gravidade, uma vez criada, será eterna, assim como o movimento giratório (ex: os átomos, galáxias, corpos celestes etc.). Existem muitas evidencias desta energia infinita. Matéria e energia são aspectos da mesma coisa.
   
    Como existe a física quântica e a física clássica, deveria existir também uma física para o extra universo (o muito grande), com suas possíveis esquisitices. Isto poderia explicar a violação a lei da conservação da energia, a criação da energia eletromagnética infinita, a teoria do big bang, a recém redescoberta das ondas gravitacionais, etc. (ilógicas, mas possivelmente verdadeiras como a física quântica, de acordo com as faltas de lógicas apresentadas). 
   Seria até muito lógico que existisse esta terceira física.
Três leis físicas fundamentais, para reger o universo; três cores fundamentais, para termos todas as cores; quatro sabores básicos, para termos todos os sabores; quatro aminoácidos para termos o DNA que gera a vida; etc. A natureza faz combinações de três ou quatro coisas para ter uma infinidade de efeitos diferentes. Assim ela usa dois quarks up e um down para obter um proton e dois down e up para obter um neutron e os dois fazem o núcleo de um átomo e os átomos fazem tudo no universo. É simples assim.

Estas novidades parecem muito estranhas, mas não são. A teoria do big bang é mais estranha ainda e está sendo aceita até agora, mesmo sem nenhuma lógica. 
Para julgar é necessária muita paciência e que se leia até o fim. 

   Como Einstein levou alguns anos idealizando sua teoria da relatividade, eu também ainda estou idealizando a minha.

   Com os conhecimentos que eu tinha de astronomia e após me aposentar (1990),
passei mais de dez anos tentando entender o universo e só consegui, pensando diferente: com mais lógica, mais tempo disponível para meditar, mais conhecimentos, mais coragem para enfrentar a teoria do big bang e me libertando dos conhecimentos antigos. Nestes mais de dez anos, estes estudos foram direcionados para a cosmologia (um grande problema da ciência e da humanidade). 
  Como sou diplomado e trabalhei toda a minha vida com eletrotécnica, acredito que isto me ajudou a imaginar a energia elétrica como a criadora do universo. Com isto eu idealizei uma teoria da criação do universo, na época certa. Antes, a ciência não poderia dispor dos conhecimentos atuais e teria perdido meu precioso tempo aprendendo coisas para serem esquecidas. Estes meus estudos foram feitos, voltados para a atual concepção do universo. Não existia nenhuma entidade oficializada que aprovasse este assunto e as pessoas consultadas eram oposta à estas mudanças. Tive que enfrentar estas oposições e maginar tudo isto. A teoria do big bang é realmente a ultima palavra da ciência. 
   O universo deve ser mais simples do que se imagina. Alguma coisa está errada. Não é possível que não consigamos desvendar este mistério, que é o universo.
O problema, a meu ver, está na teoria do big bang. Esta teoria tem prejudicado, em muito, o raciocínio lógico e levado a erros, impossibilitando desvendar muitos segredos da natureza.

  A humanidade sabe hoje, mais do universo, que os sábios antigos, assim como os  cientistas de hoje, saberão menos que os do futuro.


     A ROTAÇÃO E A NÃO EXPANSÃO ACELERADA DO UNIVERSO


  Basta um pouco de imaginação para perceber, por exemplo, que o universo gira e não se expande aceleradamente. Apenas cresce por acreção de matéria em sua periferia. É tudo uma questão de ilusão de ótica. A primeira vista, parece um absurdo total, principalmente para quem está preso à esta antiga e deficiente teoria do big bang.  
      Primeiramente teremos que desprezar os conhecimentos antigos. Agora, passaremos a pensar diferente.  
    Observemos as evidencias: quanto ao movimento giratório do universo, a ciência não aprova esta possibilidade, porém as evidências são tão claras, que não podemos desprezar com facilidade. As teorias mudam, mas as evidências não.   Podem apenas serem mal interpretadas. Como podemos observar, existem teorias que foram comprovadas matematicamente e que não foram aceitas por falta de evidências observáveis. Nestes casos a matemática foi relegada a um segundo plano. Temos que dar mais importância a esta alternativa mais lógica (evidências), ou melhor, a imaginação.

   A verdade é que o universo tem rotação, inclusive sua periferia, como nas galáxias. O universo pode ser comparado à uma gigantesca galáxia. Só que as galáxias são feitas de estrelas e o universo de galáxias. Esta uniformidade pode ser percebida também em sistemas planetários, átomos, etc. No universo, de acordo com a física clássica, tudo gira se atrai se choca e se funde. 
   O universo teve um início e talvez não tenha um fim. Está sempre crescendo. Outra coisa que podemos afirmar é que tem um centro e que tem bordas. Temos evidencias disto. Basta comparar com uma galáxia, com um sistema planetário, um átomo, etc.  
     
  Devido à complexibilidade de entendermos o universo, temos a tendência de atribuir sua existência ao sobre natural. Se o universo é criação de Deus, então quem criou Deus? Com este pensamento não chegaremos a lugar nenhum.

    Como a rotação do universo não tinha nenhuma relação com o big bang (se convencionou o absurdo de que o universo não tinha um centro), isto foi esquecido. 



Existem três possibilidades de se provar que o universo não se expande aceleradamente. Apenas cresce por acreção de matérias em sua periferia.  
   
   A primeira delas é provar que o universo gira, muito embora isto, na prática, não possa ser usado para provar a não expansão do universo. Esta rotação não pode ser percebida facilmente; a segunda e talvez a mais provável é provar que o universo se contrai. Falar nisto, seria um crime, na atual conjuntura (a crença da expansão do universo é muito sólida) mas é realmente a mais provável (veremos mais adiante); a terceira é o problema da poeira cósmica, partículas como neutrinos, campos magnéticos, gases e outras, que aumentam a densidade do espaço e ofuscam o brilho dos corpos celestes.  Esta poeira cósmica filtra os raios, azul e ultravioleta, impedindo a sua passagem e deixa passar o vermelho e o infravermelho, com bastante facilidade, enganando o observador (será provado logo a seguir).

    Quanto mais distante está um brilho celeste, mais poeira cósmica encontra-se a sua frente e mais vermelho ele é visto. O universo está inundado de poeira cósmica. É como várias lâmpadas acesas, mergulhadas no mar. Quanto mais funda está, menos brilha para o observador na superfície. A poeira cósmica é formada na periferia do universo (será visto mais adiante). Existe, portanto mais poeira cósmica nesta região. Quanto mais distante de nós, mais poeira existe e mais concentrada está esta poeira. Alem disto existem campos magnéticos que influenciam na luz e nos redishfts. Existe poeira cósmica sendo depositada constantemente em todos os corpos celestes. Isto causa um constante aumento da massa do universo (será explicado mais adiante). 
     Não sabemos tudo o que esta poeira cósmica juntamente com gases, neutrinos e efeitos magnéticos podem fazer com os redishfts das galáxias. Esta energia escura ou expansão acelerada do universo, enganou Einstein e pode estar enganando todos nos, agora. Se realmente ficar comprovado que as coisas citadas agora, interferem nos redishfts da galáxias, a explicação da expansão do universo baseada em que todas as galáxias estão se afastando umas das outras, será explicada sem o uso da energia escura. No caso de andrômeda, pode ser que ela tenha passado pela via láctea e agora esteja retornando no processo de colisão.  
    Para se basear em supernovas para medir distâncias, teremos que saber a que distancia está a estrela que explodiu ou se foi realmente uma estrela.  As explosões de raios gama, acontecem, quase  sempre à mesma distancia (na periferia do universo) e podem variar seu tempo de brilho e sua tonalidade dependendo do que for encontrado a sua frente. Tire suas dúvidas vendo o que foi publicado por newsletter sciendaily, em 27 de fevereiro de 2014: "Mais próximo, supernova mais brilhante em décadas também é um pouco estranho" (infelizmente foi retirado em janeiro de 2015). Este artigo mostrava como não devemos confiar em supernovas para medir distâncias. Veja também: "Galáxia enigmática desafia astrônomos" e " Acelerando o universo? não tão rápido". São assuntos que servem para esclarecer o mesmo fato. Esta parte do comentário foi a que sofreu mais reparos, tentando explicar este problema dos redishfts.
      Outro problema ótico relacionado com esta poeira cósmica são as lentes gravitacionais que na verdade não são gravitacionais e sim, são motivadas pela  densidades  do meio ambiente, que causam desvios nas imagens, como um lápis dentro de meio copo d'água. Se esta densidade pode desviar a luz, Talvez ela possa alterar o redishft das galáxias. Observem que as lentes gravitacionais em aglomerados galácticos, estão a vários anos luz de distancias destas galáxias. A atmosfera e (ou) a poeira cósmica ocupa um volume muito grande e como o efeito de lente aparece na periferia desta poeira, as supostas lentes gravitacionais aparecem num ponto muito mais distantes do que se fossem gravitacionais. Observem também que uma estrela ao se aproximar de outra, mesmo a enorme distância em um nível mais acima já começamos a observar a interferência de densidades de suas enormes atmosferas, jogando uma para baixo e outra para cima (não tem nada de gravitacional neste fenômeno). O mesmo seria para duas estrelas bem afastadas, passando uma sobre a outra. Como suas atmosferas não se tocam,o desvio das estrelas não é observado e só observamos "o suposto efeito gravitacional" da estrela mais distante. Veja tudo isto no vídeo:  

Hubble faz 'observação impossível' de Einstein e confirma teoria de ...



     Li no mês de maio de 2017, o artigo: 'Alien MegastructureStar Is at It Again with the Strange Dimming', que fala sobre a "Estrela de Boyajian" e que diz: "O que quer que faça a estrela ficar mais escura, deixará uma impressão digital espectral para traz" disse Wright durante a webcast que aconteceu no laboratório Breakthrough Listen da Universidade da Califórnia em Berkeley. "Portanto se houver muita poeira entre nos e a estrela, ela bloqueará mais luz azul do que luz vermelha, Se houver gás naquela poeira, esse gás deve absorver comprimentos de onda muito específicos e nos poderemos ver isso. Assim, nos estamos ansiosos para ver uma dessas mudanças e um desses mergulhos da estrela para que possamos pegar alguns espectros". 
   Isto confirmaria tudo o que eu disse aqui, antes de retirar meus comentários anteriores. Aguardaremos resultados destas observações. De acordo com este resultado poderemos finalmente eliminar esta energia escura. 
   Estes redshifts não são uma coisa lógica para existir, da maneira que existem. Não podemos confiar no redshift. Ver na internet:                     (http://astronomy.swin.edu.au/cosmos/I/Interstellar+Reddening).
    Todas as galáxias distantes, com ou sem redishfts desviado para o vermelho, deveriam ser tão pequenas que dificilmente as veríamos. Mas algumas vezes se apresentam tão grandes quanto outras bem mais claras e mais próximas. Concluímos que não seria seguro usar o redisft para medir distancias.
  O que foi dito aqui foi uma tentativa de se eliminar esta energia escura. Ela não existe. A probabilidade da rotação do universo e as órbitas das galáxias deve ser considerada a mais provável. 
   Primeiramente tentaremos provar a rotação do universo, para mostrar que ele tem um centro (a teoria padrão nega isto). Isto será útil para esclarecer o problema da matéria escura e talvez, do fluxo escuro (será mostrado adiante). 

1 - Observemos o formato elíptico do universo. Este formato é idêntico ao de uma galáxia e ligeiramente parecido com o planeta terra (planeta água). Em que o líquido se deforma ajudado pela rotação e atração do sol e a lua.  Se o universo não girasse, seu formato seria o esférico e quanto mais girar, mais se achatará (veja ilustrações do universo). Quando os corpos se aglutinam e se fundem, seu formato tende para o arredondado e quando não se fundem e ficam juntos pela força da gravidade eles tendem para o formato elíptico, de um aglomerado (redondo) ou de um disco, dependendo da rotação. Comportar-se-ia como se fosse um líquido. O formato do universo deve ser mesmo elíptico, como as galáxias (vistas de perfil).

2 - As galáxias mais próximas do centro do universo fazem seu movimento de translação mais curto que as mais distantes e sendo observadas deste centro veremos, grosso modo, as galáxias mais distantes se afastando mais rápido, causando a ilusão da expansão do universo e quanto mais distante, mais acentuada será essa ilusão de ótica, porque giramos mais rápido. É como os planetas em torno do sol. A nossa galáxia está próxima deste centro. Infelizmente este argumento não é usado para indicar o afastamento das galáxias (o tempo de observação seria muito longo).
3 - No universo tudo gira e se atrai. Verificamos isto, em partículas subatômicas, em átomos, em meteoros, em planetas, em estrelas, em sistemas planetários, em galáxias, em buracos negros e por suposição, no universo. O movimento giratório faz parte da natureza, como a gravidade faz parte dos corpos. Essa associação enche todo o espaço ocupado pela matéria. A rotação se opõe à gravidade (forças centrífuga e centrípeta) e as duas se equilibram, mantendo esta harmonia que vemos. No espaço, onde existe gravidade existirá a rotação e quanto mais forte for a gravidade, maior será a rotação e consequentemente a força centrífuga e a força centrípeta. É como os opostos: positivo e negativo, norte e sul, matéria e antimatéria, etc. Não existe a força anti gravitacional ou anti gravidade que afastaria as galáxias para o infinito. Seria ilógico, inadequado, desconfortante, não científico, incompreensível, irracional e forçosamente imposto. 

Os escombros cósmicos se aglomeram para formar planetas e satélites que ficam girando em torno de um centro gravitacional (estrela). Uma galáxia também mantém suas estrelas girando em torno de um centro gravitacional (buraco negro). O universo, da mesma forma, funde seus aglomerados de galáxias e ficam girando em torno de um centro gravitacional (centro do universo). Isto parece ser uma condição natural e repetitiva do universo e ainda temos o universo atômico e subatômico, onde as partículas têm um "spin" e isto poderia ser o boson de higgs, ou gravidade quântica (será comentado mais adiante).

Mesmo que a rotação do universo não seja confirmada, as evidencias são muito positivas para serem desprezadas com facilidade. Veja: the universe" nasa's imagine (rotação do universo). Não estariam as leis físicas "distorcidas" dificultando esta compreensão?

Dizem que o universo não tem um centro. Isto é um absurdo, todo corpo tem um centro, que pode ser: centro geométrico, centro gravitacional, centro de massa e até  mesmo centro virtual, como o caso de um corpo em forma de anel (rosquinha). O mesmo ocorre com um conjunto de corpos unidos pela força da gravidade (aglomerado de estrelas, galáxias, etc.). A gravidade total se concentra em um centro comum (centro do universo). "O universo pode ser comparado a uma gigantesca galáxia". Isto será entendido melhor com o decorrer deste relatório. É necessário que se comprove a rotação do universo, porque isto ajudará a explicar a matéria escura e talvez o fluxo escuro.

4 - Por que não podemos ver a rotação do universo? A rotação do universo, talvez não possa ser notada, devido ao movimento de rotação e translação da via láctea. Se o sentido do movimento de rotação for ao sentido inverso da translação, o céu será visto como se não girasse, para um observador da terra, como acontece agora. Um movimento se opõe ao outro e se anulam. É tudo uma ilusão de ótica. Talvez seja aí que o astrônomo inglês, "Paul Birch", possa  recuperar  sua credibilidade, com esta nova hipótese, pois ele afirmava  que "o universo, além de se expandir, girava em torno de seu eixo". Sua teoria foi descartada por falta de provas observáveis (na década de 80), muito embora tivesse comprovações matemáticas (em muitos casos as evidências superam as comprovações matemáticas e estas são desprezadas). Este fenômeno só é percebido durante alguns milhares de anos, dependendo do ponto em que nosso planeta está ocupando na galáxia no momento. Acredito que a teoria padrão esteja errada e que o universo realmente gire. Se a rotação for confirmada está tudo resolvido. O universo não se expande, apenas gira e aumenta de tamanho por acreção de matéria em sua periferia, exatamente como uma galáxia (será visto mais adiante). Estas comprovações da rotação do universo e as 10 seguintes se opõem às duas evidências da não rotação. Os motivos para se negar a rotação, são:


1- Se girasse, induziria um tipo de mudança cósmica na temperatura da "microwave background", que não foi observado.

2- A presença da rotação implica que as localizações ao longo do eixo fossem de alguma forma "especial", o que viola a nossa compreensão da relatividade que o universo parece o mesmo, independente da localização do observador (isto se a relatividade estiver correta. Pelo que está sendo provado, há erros na relatividade). Cabe agora julgarmos. 



5- Se estas comprovações não forem  suficientes, mostraremos outra diferente e mais provável, a fim de mostrar que o universo não se expande. A poeira cósmica está presente em todo o universo e têm sua origem na periferia (será explicado mais adiante). Esta poeira filtra os raios de luz azul e ultravioleta e deixa passar o vermelho e infravermelho com bastante facilidade. É possível que galáxias próximas,  sejam vistas como galáxias distantes. Esta poeira dispersa, não pode ser detectada. Só pode ser percebida quando se aglomera.  
  Todas as galáxias distantes têm uma camada de poeira mais acentuada a sua frente, que outra mais próxima, porque o espaço está cheio de poeira cósmica e outros corpúsculos, como neutrinos, campos magnéticos, etc. Isto, além de aumentar a densidade do espaço (como foi dito acima) e confunde a percepção correta da galáxia e pode nos levar a erros de interpretação, interferindo no raciocínio e causar a impressão de que todas as galáxias estão se afastando por estarem com seus redishifts tendendo para o vermelho e causar a sensação de expansão do universo.   

    Foi publicado por newsletter sciendaily: "algumas galáxias possuem mais nuvens interestelares que outras" (retirado antes de 2016) e "as galáxias jovens e distantes têm mais poeira que uma galáxia antiga" e mais próxima (também retirada) e isto deve contribuir para que sejam vistas mais vermelhas, sem indicar que está se afastando. Sabemos que uma galáxia vista de cima, além de ser vista redonda é mais clara do que se tivesse sendo vista de perfil (elíptica). Assim, esta galáxia será vista mais vermelha, sem indicar que esteja se afastando. Observamos que alguns aglomerados de galáxias (em ritmo de colisão) apresentam galáxias com tons levemente diferentes de cores e veja que galáxias, principalmente em colisão, uma de perfil e outra frontal são de cores diferentes. Note também que uma foto do tipo ultra deep Field, tirada pelo satélite Hubble, mostra galáxias de várias cores, quando deveriam ser todas vermelhas, infra vermelhas, ou nem deveriam ser vistas devido à frequência ser inferior à luz visível nesta "suposta" distância. Outra coisa importante é o caso do espectro de luz que indica a composição dos minerais em uma estrela próxima ou distante.  Será que este espectro também não sofre efeitos do redshift?  Como foi falado anteriormente, a densidade do espaço varia muito em determinados locais. Se apresentam muito intensos, com com campos magnéticos neutrinos, determinados tipos de gases e poeira cósmica, que causam alterações nos redishfts. 
   Existem mais argumentos para provar  a não expansão do universo, como veremos mais adiante.
  Uma leitura das distancias das galáxias, que poderia confirmar o redshift, seria medir algumas galáxias, anotar seus redshift e medi-las algum tempo depois e comparar as cores para saber se houve alguma variação nestas cores e comprovar seu afastamento (se for possível). Por que andrômeda, a galáxia próxima da Via Láctea apresenta redshift, tendendo para o azul? Em minha opinião isto é uma condição normal, que aconteceria com todas as galáxias sem a interferência da poeira cósmica. Afinal, todas as galáxias estão se aglomerando desde os primórdios. As galáxias estão em constante contração, como as estrelas de uma galáxia. Existem mais estrelas no centro das galáxias, que na periferia. Elas vão sendo atraídas para o buraco negro, sendo desintegradas por choques violentos entre matérias em alta rotação, no horizonte de eventos e são lançadas para o espaço em forma de jatos de energia e matéria (um LHC natural). Sinto que existe algo de muito estranho com respeito a este redshift. Deve ser uma contração no lugar de uma espansão. Ver no final do capítulo 10, o artigo: "Matéria escura era menos influente no universo primordial". 

   Não me conformo com a existência desta energia escura. 

Frase de Einstein: nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser pode modificado até que seja enfrentado. 
                                                          
   Caso a rotação do universo seja descartada e nenhuma das sugestões apresentadas aqui seja aceita, partiremos para outra solução mais radical, porém muito provável de ter acontecido. Na formação do universo, houve uma "implosão" de energia, para gerar matéria (provando que a matéria é uma concentração de energia) e uma contração de partículas que deram origem a todos os astros (continua acontecendo até hoje e para sempre) e isto não é um big crunch (será mostrado adiante).

   Quanto à contração do universo parece um absurdo maior ainda, mas não custa especular. O importante é provar que não aconteceu o big bang e que o universo não se expande aceleradamente. Isto continuará sendo tentado agora.


   Observemos as 10 evidências seguintes que contradizem uma expansão e comprovam uma rotação e ou uma contração do universo. Existiria uma espécie de contração que faz com que as galáxias fiquem cada vez mais distantes da periferia, pelo nascimento de outras galáxias nesta periferia (será mostrado adiante). Segundo Stephen Walking (para justificar a impossibilidade de um big crunh), somente o espaço pode retroceder, o tempo não. Neste caso o tempo estaria separado do espaço, cada um com sua função. Pergunto: Como retroceder um espaço infinito? Se o espaço tiver limites, somente os limites deste espaço podem se deslocar e ficaria o espaço deste deslocamento, porque o espaço não pode desaparecer. Conclusão: Não se pode mexer no espaço. Ele é infinito, sem limites como o tempo, energia etc. "Einstein elaborou suas teorias, supondo um universo em expansão". 
    Se o universo não se expande tudo terá que ser repensado.
    Não existiu a inflação cósmica. Na expansão acelerada do universo, a velocidade de afastamento das galáxias distantes seria superior a da luz.Neste caso você não poderíamos ver as galáxias distantes; sua luz estaria viajando em outro sentido e não teríamos a foto do "COBE" e do "WMPA". 
    Nas explicações a seguir, não se considera a suposta expansão cósmica acelerada.


MAIS EVIDÊNCIAS DO NÃO BIG BANG.

1 - Se aconteceu o big bang, as galáxias da periferia deveriam ser as mais antigas, porque as matérias que lhe deram origem seriam as primeiras a serem arremessadas para o espaço e as mais centrais, as mais novas, pois seriam as ultimas a serem arremessadas. Não é isto que vemos e sim justamente o contrário. As galáxias mais jovens são vistas mais distantes e deveriam ser vistas também, bem mais velhas que as mais centrais, devido ao tempo que elas levaram para chegar até lá e o tempo que sua luz levou para chegar até nós. O que vemos são galáxias jovens, com 13.7 bilhões de anos luz, tempo que sua luz levou para chegar até nós. Não está incluído o tempo de viajem até lá. Isto é, não viajaram até lá; apenas nasceram lá (será mostrado). Isto sugere que não aconteceu o big bang, que o universo não está em expansão, que as galáxias nascem na periferia e caminham para o centro por ação da gravidade do centro do universo numa espécie de contração, como acontece com as estrelas de uma galáxia (isto será explicado mais adiante).

2 – A via láctea é uma galáxia bem antiga e ocupa praticamente o centro do universo, ou seja, a cerca de 200.000 anos luz deste centro (há controvérsias na distância), onde existe um massivo aglomerado de estrelas antigas, denominado: “grande attractor vigor” (centro de gravidade do universo) e nossa galáxia parece ser atraída por ele (isto será visto mais adiante). Se isto é verdadeiro, há duas hipóteses: a nossa galáxia caminha no espaço, cada vez mais rápido à medida que se aproxima deste centro e veremos as outras galáxias se afastando cada vez mais rápido de nós, dando a ilusão de expansão acelerada do universo ou giraria mais rápido, também dando a ilusão de expansão. Se juntarmos as duas, o resultado final será bem acentuado.

   O efeito redshift, observado na expansão do universo, continua acontecendo na contração ou rotação. Imaginemos 3 pontos em uma reta: O, A e B. Se A se afasta de O e B se afasta mais rápido que A teremos uma expansão acelerada como é vista atualmente de A. Se A se aproxima de O mais rápido que B, teremos também uma expansão acelerada vista de A, mas neste caso elas caminham para o centro do universo (contração), ao contrário da anterior (expansão), que caminham para o infinito. No caso da contração ou rotação, após a galáxia B, nasce à galáxia C, a D, E etc., fazendo com que as galáxias existentes fiquem cada vez mais afastadas da periferia e isto seria uma espécie de big crunch. Este nascimento de galáxias será explicado a seguir. Isto sugere também um crescimento contínuo do universo e justificaria toda a matéria existente. A expansão acelerada do universo é mais bem explicada, na contração (e não um big crunch) ou na rotação e dispensa naturalmente a energia escura fazendo com ela não exista, pois não existiria a expansão do universo para o infinito. As galáxias distantes sofrem pouca influência e caminham mais lentamente e explicaria a expansão acelerada de uma maneira mais lógica e eliminaria a energia escura além de ajudar a comprovar a rotação do universo.  Infelizmente isto não pode ser usado para comprovar a não expansão do universo, pois o tempo para observação seria muito longo, além de não podermos, por enquanto, ver a rotação do universo. O que você vê na expansão do universo, também se vê igualmente neste tipo de contração e isto confundiria o julgamento. Em 15/03/17, foi publicado por Science Daily, um artigo que resolveria o problema da expansão do universo de modo bem mais simples, assim como o da energia e da matéria escuras (ao mesmo tempo como previsto pela ciência) e muitos outros mistérios. Ver no final do capítulo 9, no ultimo parágrafo, uma explicação sobre este assunto. Veja no final do capítulo 10, "Matéria escura menos influentes nas galáxias no universo primordial". Pode ver agora, para entender melhor as explicações subsequentes. 


ESTA POSSIBILIDADE E A DA POEIRA CÓSMICA SÃO AS DUAS MAIS PROVÁVEIS CAUSAS DA ILUSÃO DA EXPANSÃO DO UNIVERSO.  



   Veja na internet: "lado escuro do universo é posto em dúvida por astrônomos". Talvez com o descobrimento do que cause o efeito da energia escura, se descubra a interferência de uma sobre a outra (matéria escura). Veremos mais adiante que o campo magnético interfere no fóton e tem um campo magnético que  tem sua origem no centro do universo, como existe nos buracos negros, em todas as  galáxias, tornando este centro escuro, assim como as manchas escuras do sol são devidas aos campos magnéticos do sol. O centro de um furacão, também parece que é visto escuro.

   Isto também poderia interferir na luz dos corpos celeste do universo e ser responsável pelo efeito da energia escura e do fluxo escuro, quando olhamos através deste fluxo, os astros do universo.

   O centro do universo é o centro de gravidade deste universo. Embora não se comente, é claro que o universo tem massa. Seria como o buraco negro de uma galáxia. "O universo seria como uma gigantesca galáxia". Só que uma galáxia é formada por estrelas e o universo é formado por galáxias. Como estamos girando em órbita ao redor do centro do universo e tudo ao nosso redor também gira, não percebemos esta rotação. No universo é tudo uma ilusão de ótica. Talvez a expansão do universo seja uma ilusão causada pela poeira cósmica ou por efeito de alguns componentes desta poeira (neutrinos, campos magnéticos, etc). 

   O ruído de fundo detectado deveria ser todo da mesma cor, pois se trataria de micro-ondas, no entanto se apresenta nas cores: vermelho, amarelo verde e azul, como foi detectado pelo satélite WMPA ou na foto mostrada abaixo, dando a impressão que se trata de um plasma que vai se esfriando com o tempo e mais plasma surge, para substituir o anterior e vai assim eternamente (entraremos em detalhes mais adiante). A cor vermelha indicaria o momento da descarga de raios gama, onde o plasma atinge temperaturas de trilhões de graus centígrados; a cor amarela seria um plasma mais frio; a cor verde, mais fria ainda e finalmente a cor azul, uma temperatura muito baixa do espaço do universo.



3 - Em uma explosão, ou big bang, o centro estaria praticamente vazio e toda a massa estaria na periferia, (como a super nova 1987 A). Quando existem matérias na parte central (excetuando-se o núcleo), estas matérias têm menos massa que as matérias da periferia. Isto também pode ser visto em nebulosas, granadas militares, em fogos de artifício, etc. Está tudo invertido; o universo tem muita matéria com muita massa em seu interior e poucas matérias com menos massa na periferia, semelhante a uma galáxia. Isto é uma contradição a regra de uma explosão e sugere que o universo não se expande e que não aconteceu um big bang. Uma galáxia não  é fruto de uma explosão e sim de uma aglomeração de estrelas, que adquirem um movimento de rotação e se achata, formando uma galáxia. Seguindo este caminho lógico, entendemos que está tudo invertido no universo.



4 - Sabemos que os corpos celestes se formam pela união de corpos menores, que por sua vez são formados por união de corpos menores ainda e assim sucessivamente, pela força da gravidade. Portanto, para haver união, é necessário que estes corpos se aglutinem e não pode haver aglutinação com expansão e sim com contração.  

  Seria como o corpo humano, formado por centenas de quatrilhões de células vivas.

   Fala-se que as galáxias se afastam, mas o que se observa é que elas se aglomeram e se fundem desde os primórdios.

   “Descoberto aglomerado de galáxias mais distantes da terra”. Redação do site inovações tecnológicas – 23/10/2009.


  “Astrônomos observam colisão de aglomerados de galáxias”- junho de 2011 "Astrônomos descobrem aglomerado de galáxias gordo e distantes" - 13/01/12. Os aglomerados existentes não eram aglomerados nos primórdios. Como chegou a esta condição? Com afastamentos? Isto em meu entender está muito mal explicado. O que se observa no universo é que tudo se atrai, se choca e se funde. Ver na internet: "O universo pode não estar em ritmo acelerado de expansão".



 5 – Com o big bang, as galáxias jamais se chocariam ou se aglomerariam.  Viajariam do centro para a periferia em linha reta, afastando-se cada vez mais umas das outras, como em todas as explosões no espaço. Deveriam se espalhar uniformemente pelo espaço. Não existe esta uniformidade no universo; há espaços vazios e espaços repletos de galáxias. Dizem que o universo está em expansão acelerada. Por que tudo se choca o tempo todo? Isto não deveria acontecer em uma expansão acelerada.

6 - A concentração maciça de estrelas no centro do universo pode ser restos de galáxias que chegaram ao seu destino final. Isto também provaria a contração do universo. O centro do universo é pouco estudado; ninguém tem interesse nisso por que ainda não perceberam a possibilidade deste centro ser o centro de gravidade do universo (se convencionou o absurdo de que o universo não tem um centro). Talvez o grande attractor vigor, nem seja o cluster que puxe todas as galáxias e nem é preciso que ele exista, mas alguma coisa puxa conforme ficou comprovado pelos "sete samurais" (astrônomos americanos encarregados de estudar este assunto em 1989). Isto seria o centro de gravidade do universo. Este centro não precisa ter massa em seu interior (seria como uma roda de carroça). Como o buraco negro é o centro gravitacional de uma galáxia, o universo (uma gigantesca galáxia), pelo mesmo motivo também tem um centro gravitacional.
Ver na internet: http//super.abril.com.br/universo/mistério-grande-atrator-438728.shtml

Veja também: Hubble centra-se no "Grande atrator".

7 - Se tivesse acontecido o big bang, o centro seria a parte mais quente e a periferia, a parte mais fria, como acontece em todas as explosões. Não existe este centro quente e a periferia emite uma radiação térmica, a bem mais de 13 bilhões de anos. Como é possível? Isto é atribuído erradamente, a meu ver, à radiação de fundo ou eco do big bang (isto será visto mais adiante). A idade do universo é bem superior ao estimado, isto é: cerca de dezenas de bilhões de anos (isto será explicado a seguir). Com a idade tão elevada, o ruído de fundo não deveria ser mais percebido. Tudo isto foi uma adaptação para justificar o big bang, como muitas outras. Esperavam encontrar uma coisa e se encontrou outra, igualmente satisfatória, que nos enganou por décadas (entraremos em detalhes mais adiante).



 8 - A maior concentração de galáxias se encontra no centro do universo e se tornando mais rarefeitas na periferia, exatamente como as estrelas de uma galáxia (ver imagem abaixo). Esta característica se opõe a um big bang, que é justamente o contrário. Isto parece ser repetitivo no universo. Podemos concluir que isto não é expansão e reforça a suspeita de contração e ou rotação do universo (veja ilustração abaixo). Isto também prova que o universo tem um centro.                                                                 


                                         
                                      Nossa galáxia está localizada, próximo deste centro azul                                            
9 – Pelo exposto, as galáxias nascem na periferia e caminham para o centro, em um processo de contração contínua do universo, exatamente como as estrelas de uma galáxia. Como é possível? Isto será explicado mais adiante. A via láctea tem cerca de 12 bilhões de anos de existência e está localizada próximo ao  centro do universo como várias outras galáxias antigas. Na periferia só existem galáxias novas e o tempo que sua luz levou para chegar até nós é cerca de 13.7 bilhões de anos e é assim que as vemos. Não vemos galáxias antigas na periferia. Não existiu a inflação cósmica (será mostrado adiante). Procure na internet: The known Universe by AMNH 


10 - O universo é gigantesco, ele tem mais de 2500 bilhões de galáxias. Sabemos hoje, que o tamanho do universo é de 78 bilhões de anos luz, de ponta a ponta. Ver: http://www.youtube.com/watch?v=nyzntsftz5w .
Ou veja na internet: Hubble Ultra Deep Field


VÍDEO retirado (copie e cole).

                             



   É possível notar que alguns vídeos e sites foram retirados deste blog, pelos seus autores ou vândalos, dificultando as pesquisas. Neste caso só será possível, acessando a internet (copie e cole). Em alguns casos nem com isto será possível. Também acrescentaram erros e coisas estranhas ao blog, como filmes de exposição de pessoas nuas, além de erros meus e erros introduzidos por vândalos. Tudo isto está sendo corrigido, dentro do possível.  


   Se houve o big bang e se as galáxias caminhassem na velocidade da luz (coisa aparentemente impossível de acontecer), elas levariam cerca de 40 bilhões de anos luz para chegarem onde estão e neste caso deveriam ser vistas bem mais velhas e ainda temos que acrescentar o tempo que sua luz levou para chegar até nós. Se isto tivesse acontecido, as galáxias estariam tão afastadas que dificilmente as veríamos. A idade do universo seria bem superior a centenas de bilhões de anos e o ruído de fundo não estaria mais presente, para ser detectado ou não aconteceu o big bang. A inflação cósmica nunca existiu (este absurdo será visto mais adiante). Veja na internet: o ponto zero - por Jomar Morais repórter--(há quanto tempo o cosmo explodiu?)


  As fotografias acima tirada pelo satélite "COBE" ou "WMPA", não é uma foto do universo primitivo (primordial), como se supõe e sim do universo mais atual possível, visto após bilhões de anos (tempo que a luz levou para chegar até nós) e se mostra com centenas de bilhões de anos de idade. Ela mostra o universo com um tamanho de 78 bilhões de anos luz de ponta a ponta. Isto não é um universo primordial e sim atual (grande). O que é antigo é pequeno, é claro. Ele nasceu pequeno e foi crescendo com o tempo (será mostrado a seguir). Esta interpretação está invertida. A inflação cósmica, nunca aconteceu. Realmente, a comprovação de que o universo não se expande, é o caso da "poeira cósmica", gases, partículas subatômicas, efeitos magnéticos etc. 

   Existem mais evidências, porém estas já são suficientes para provar minhas suspeitas. Veja mais evidencias em: www.bigbangneverhappened.org  (será mostrado no final deste relatório).


   As evidências mostradas acima, foram escolhidas de modo que não coincidissem com as desse blog.


Veja também: -- erros do big bang --- problemas com o big bang ----a questão controversa da cosmologia moderna, etc.

   Como podemos notar, existem muitas comprovações do não big bang e da não expansão do universo. Temos, portanto que pensar nesta possibilidade, principalmente para provar que a energia escura não existe e seria, portanto uma ilusão de ótica. Veja na internet: "the universe does not expand". Veja também: "universo pode não estar se expandindo de forma acelerada", diz pesquisa da USP. 


   Até agora se acreditava que só um big bang, seria a única maneira de explicar o início de tudo, mas existe alternativa, como veremos a seguir. Quando se nega o big bang, temos que ter outra explicação para o início de tudo. Aqui é apresentada uma proposta para tentar explicar este problema.


Frase de Einstein: há duas coisas infinitas: o universo e a tolice dos homens.

   São muitas as evidências da não expansão do universo. Temos que dar mais atenção para este raciocínio lógico.




   Distribuição de galáxias medidas pelo 2df galaxy redshiffht pesquisa, cobrindo 6 bilhões de anos luz. Observem a semelhança entre uma galáxia e o universo.

   Esta explanação será feita de maneira bem fácil, a fim de abranger as pessoas com menos conhecimentos de cosmologia. Não serão usados cálculos matemáticos para comprovar nada. Apenas comentários. A intenção é mostrar que o universo é mais simples do que se imagina. Não necessita de cálculos matemáticos complexos, nem de dimensões extras, assim como leis físicas desconhecidas, distorcidas e adaptadas e nem recorrer à teoria quântica.  Veja: “teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida".   Por  "Erik Andrulis", professor de biologia molecular e microbiologia da universidade Case Western, nos Estados Unidos.  Assim como eu (em 2007) e  o  “Dr.Andrulis” (em 2012), concordamos que a solução é simples, não matemática, e experimentalmente verificável). 

Ver: Novo Livro: "Filosofia faz melhores matemáticos".

Até agora foi usado muita matemática, com uma física caótica a troco de nada.

   Agora, se usa  muitas evidências, com muitas fontes de consultas, outra física (raciocínio) mais lógica e parece resolver os grandes mistérios. A matemática é a rainha das ciências, mas não pode explicar como surgiu o universo, a vida e a inteligência.  Veja na internet:
 “equívocos sobre o big bang”. 
 Ver também: "teorema da incompletude de Gödel”. 

   A teoria do big bang complicou demais a compreensão do universo e precisa ser descartada. Antes de ler todo este relatório é muito importante que se veja na internet o vídeo: "Um tour por todas as galáxias que conhecemos até hoje". Ele mostra de uma maneira não proposital, como surgiu o universo (de fora para dentro, sem o big bang e não, de dentro para fora, com o big bang). Como é possível? será explicado a seguir. Isto é mais uma prova de que o universo tem um centro. Esta primeira parte do comentário foi escrita antes de 2010. Sofreu apenas poucas alterações.





                                VÍDEO retirado (copie e cole).





   Veja o que foi publicado em 24 de agosto de 2011, 02h05min = da redação de Brasília acessos: 1169: 

“Astrônomos dizem que o universo gira como um carrossel desde o big bang”. Infelizmente este artigo foi retirado em 2014. 
  A rotação do universo era determinada pela rotação das galáxias. Isto em meu entender não serve para julgar esta rotação. Existem comportamentos aleatórios das galáxias. Elas se apresentam de perfil, vistas por cima e vistas por baixo. Quando vistas por cima giram em um sentido e quando olhadas por baixo em sentido inverso, embora todas girem no mesmo sentido. Quando vemos algumas galáxias girando ao contrário da maioria das outras, estas galáxias estão invertidas. As galáxias sofrem colisões durante suas existências. A verdade é que o universo realmente gira.

   Se o universo gira, tem um eixo e se tem um eixo, tem um centro. Se o universo gira, a força centrifuga deveria jogar todas as galáxias para fora (isto poderia ser a energia escura). Isto não acontece, porque existe uma força gravitacional, do centro do universo, puxando tudo para dentro, como no caso das estrelas de uma galáxia, que sofrem a atração do buraco negro. Esta força seria a matéria escura (será mostrada no capítulo 10).

   Uma das principais intenções deste blog é mostrar outra proposta para a criação do universo, sem o big bang.
Eu aproveitei a oportunidade para mostrar as modificações que achei mais necessárias para um melhor entendimento do universo. Se o blog terminasse aqui, seria bem mais fácil de aceitar as propostas apresentadas. Agora, entretanto, ficará mais difícil de acreditar nas modificações feitas.


Frase de Einstein: Nenhum cientista pensa com fórmulas.


   Na época anterior a Einstein, o universo era considerado estático e era limitado apenas a nossa galáxia. Quando Edwin Hubble (um advogado) e Lamattre (um padre), ambos com bons conhecimentos de matemática e astronomia, estudaram as galáxias e descobriram que elas se afastavam, que tudo se originou num big bang e mais tarde se descobriu a radiação cósmica de fundo, causou uma euforia total. Tinha sido descoberta uma nova teoria, desmentindo tudo o que existia antes. Ninguém supunha que tudo isto era apenas uma tremenda coincidência que nos enganou por décadas. Quando apareceram as primeiras dificuldades para se entender alguns fenômenos da natureza, Einstein estava lá para solucionar, inventando novas leis que se moldavam perfeitamente e aparentemente resolvia a questão. Ele era realmente um gênio e estava convencido da nova teoria do big bang e até reconheceu seu erro da força cosmológica. Não se opôs a nada. Só que ele faleceu e agora temos um monte de mistérios que precisam ser solucionados e ele não está mais aqui para resolver. Ninguém se acha capaz de contrariar o grande mestre. Os cientistas temem colocar sua reputação em jogo e não podemos continuar nesta situação. Foi necessário usar aceleradores de partículas para tentar desvendar os mistérios, ainda baseados na antiga teoria do big bang, que muitos insistem em não se opor. Só agora umas poucas pessoas inovadoras começaram a contestar estas ideias, como a do tecido espaço tempo, da relatividade, da singularidade, da inflação cósmica, etc. Já se fala em separar o tempo do espaço. Veja a revista "scientific american, de janeiro de 2010, pag. 12” (é o que diz o físico Petr. Horava sobre o espaço-tempo).  Ou veja na internet.

Talvez alguns destes itens sejam descartados.


   Se não adotarmos outra física, não resolveremos nada. Temos que admitir que a física cosmológica atual, esteja errada. Enfim temos que modificar a teoria do big bang. Quem se atreve? Poucas pessoas têm esta intenção. As teorias físicas em uso estão baseadas no big bang e na expansão do universo. Se não existiu o big bang e se o universo não se expande, tudo terá que ser repensado.

    Alguns artigos expostos aqui contrariam a teoria padrão, mas foi necessário para ser possível pensar diferente, em caso contrário não sairemos da mesmice de sempre. Além do mais, sabemos que a teoria padrão, também não esclarece muitas dúvidas e está sendo reavaliada. Veja: New groundbreaking research may expose new aspects of the universe - (setembro de 2013). É importante ler este artigo.  Isto confirmaria tudo o que eu digo neste blog, desde 2007.

   Sabemos que os modelos cosmológicos atualmente aceitos, dependem da gravitação de "Newton". Mas há um erro que põe em dúvida esta teoria da gravitação ou a teoria padrão, por exemplo: diz respeito ao número de galáxias orbitando a via láctea e uma das duas tem que ser modificada. Talvez esta proposta de teoria apresentada aqui, ajude a solucionar este impasse.


     Veja na internet:"7 perguntas que tiram o sono dos físicos".

“O que os homens realmente querem não são conhecimentos, mas certezas".

  Bertrand Russell.
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      Capitulo - 2


      A origem do universo

      Eletro magnetismo

    O poder de transformação da energia eletromagnética é enorme. Ela é infinita e é responsável pela rotação de tudo no universo, incluindo os átomos. Também é responsável por toda a matéria que existe no universo e que está aumentando constantemente. Isto seria a expansão natural do universo.

     A energia elétrica, após ser criada, se transforma em energias diversas e em matéria. O vácuo quântico não tem energia nem para acender um led. Para gerar um grão de poeira cósmica é necessário uma quantidade enorme de energia (e=mc² donde m=e/c²), que só é conseguida com as descargas superpotentes de raios gama. 

         Frase de Einstein: Todo homem que lê demais e usa o cérebro de menos, adquire a preguiça de pensar.

        Definições e novas propostas.

        Existem várias interpretações para o nada, para o vácuo e para o espaço. O nada o vácuo e o espaço, podem até serem sinônimos.O espaço é cheio de existências imateriais. Uma explicação mais detalhada do nada está escrita no capitulo 12.

        Serão propostas agora algumas modificações na teoria padrão, que vão interferir no modelo da criação do universo apresentada aqui. São apenas meus protestos quanto aos pensamentos a respeito da teoria padrão. Não acredite em tudo o que lhe ensinaram na escola. Raciocine um pouco.
      As leis da física não surgiram com o big bang. Elas sempre existiram. Para que acontecesse o surgimento do universo, as leis físicas tiveram que ser respeitadas.
       A energia elétrica foi criada naturalmente num tempo infinitamente distante e talvez possa ser criada artificialmente, como a matéria e consequentemente a energia gravitacional, que foram criadas recentemente em laboratório. Veja na internet (se ainda for possível): "Cientistas transformam energia em matéria" e "Cientistas usam luz para criar partículas (matéria)".  Esta energia não poderia ser criada no big bang (ela já existia) e poderia fazer o papel do "éter", isto é: serviria de meio condutor da luz, no vácuo (isto se a luz for considerada como partícula e viajar como onda). Vamos admitir também que o universo tenha um centro (a teoria padrão nega isto). Todo corpo tem um centro. Que o espaço e o tempo (absolutos), sempre existiram (não foram criados no big bang) como sugere também Petr. Horava, físico da University of Califórnia, em Berkeley. O espaço é ilimitado; se existisse limites, depois dos limites deste espaço, sempre existe alguma coisa, que é mais espaço. Uma explosão ou expansão do espaço só pode ocorrer se houver espaço para isso. O espaço não se cria; ele já existe. Energia, espaço e tempo são condições naturais, como a escuridão, o frio intenso, o vácuo, etc.

   Vamos admitir também que não aconteceu o big bang, a inexistência da singularidade, da inflação cósmica, da supersimetria (que está sendo pesquisada), etc. 

    Veja: "Espaço tempo e além". Seria o mesmo que dizer: antes de eu nascer, o tempo não existia para mim. 
       Uma equipe de astrofísicos na Austrália e na Inglaterra descobriu recentemente, evidências de que as leis da física são diferentes em diferentes partes do universo. Veja na internet: "leis da física podem variar ao longo do universo". As leis físicas cosmológicas foram elaboradas, imaginando-se um universo em expansão. Se o universo não se expande, tudo terá que ser repensado.


     Existem casos em que usamos quatro dimensões para nos localizarmos (ex: encontre-me às duas horas no quarto andar do prédio de esquina das ruas W com Y). Em outros usamos apenas uma (ex: eu moro na ultima casa desta rua) e no caso da localização de um corpo no espaço infinito, não usamos nenhuma, pois não existe nenhum ponto de referência.


       Nada pode ser mais rápido que a luz, dizia Einstein. Como se explica velocidades superior a da luz, em galáxias distantes (como no caso da inflação cósmica)? Para explicar isto foi usada a teoria do espaço tempo, como se fosse possível explicar que o tecido espaço tempo pode se expandir em velocidades superior a da luz e as galáxias não. Temos que acabar com estes remendos na física.

        Está sendo estudada a possibilidade de se separar o tempo do espaço e o caso da órbita de mercúrio é mais bem explicada pela mecânica quântica, segundo o cientista "Petr. Horava". Assim como a origem do campo magnético de mercúrio é matéria para muitas teorias, acredito que as órbitas de mercúrio encontrarão outra explicação mais lógica (talvez por interferência de efeitos magnéticos do sol e a estrutura magnética de mercúrio ou visse versa).  
  
         Por que não foi possível reconciliar a teoria da relatividade de Einstein, com a teoria quântica? Porque alguma coisa está errada, é claro. 

       A ideia do tecido espaço-tempo para demonstrar que a gravidade é a deformação causada por uma massa colocada em cima de um tecido imaginário, não deve estar correta (deve ser uma metáfora).
    Uma força de "gravidade" vinda de baixo puxa este peso e causa a deformação deste tecido imaginário (que não é feito de matéria). É preciso uma força gravitacional para demonstrar que a gravidade é uma curvatura do espaço (isto é uma aberração). Somente matéria possui gravidade. Gravidade agindo sobre o espaço é totalmente errado. Matéria atrai matéria ou será que a interpretação não é bem assim? Como será então? Em forma de elipse? A gravidade deveria ser tridimensional, como conhecemos e não só para baixo, mas é difícil ou mesmo impossível se imaginar como seria isto em um buraco negro. Neste caso pode ser um arrasto de partículas do espaço ao redor deste corpo. Veja: "E=MC2 pode falhar no espaço (17/01/13). As órbitas dos planetas em torno do sol são explicadas pela deformação do tecido espaço-tempo de modo razoável, mas como explicar as órbitas dos cometas e asteróides por este processo? 

        A deformação atribuída pelo espaço-tempo, não explica porque a lua se afasta da terra uns poucos centímetros por ano, nem porque a gravidade da terra, causa rachaduras na lua. Esta deformação tem rotação? Provavelmente não. Sabemos que a luz empurra todos os corpos celestes e isto pode ser uma explicação. Sabemos agora que a terra também se afasta do sol, mas não sabemos como a relatividade explica isto, usando a teoria do espaço tempo.

      Minha oposição à relatividade de Einstein é principalmente a esta deformação do tecido espaço-tempo, para explicar a gravidade. Por que o espaço-tempo não pode explicar o esmagamento periódico sofrido por uma das luas de júpter, e outras, pela força de gravidade deste planeta? Este esmagamento causa um aquecimento interno que provoca vulcões nesta lua (é atribuído também a possíveis efeitos magnéticos). Se gravitacional, como o espaço tempo explica este esmagamento? Será dada uma explicação mais detalhada no capítulo 4 (gravidade). Não podemos confiar em cálculos matemáticos nestes casos. Como podemos observar, os cálculos, nestes casos, provaria apenas um pensamento errado a respeito de uma coincidência. 

       A teoria quântica não se combina ao espaço-tempo e com o big bang. "Se não existiu o big bang, tudo terá que ser repensado".

         Veja o que foi publicado em 25/10/13: "Físicos propõem que espaço é formado por átomos do espaço" (observe os contrastes dos quatro últimos parágrafos deste site). Talvez nem sejam átomos e sim infinitesimais grãos de energia que estariam tão unidos, que qualquer vibração elétrica (informação) em um deles se transmitiria quase que instantaneamente para todos os outros. Seria, aproximadamente como o "berço de Newton", só que nas três dimensões. Neste exemplo, os grãos teriam que ser incompressíveis, para que a velocidade de transmissão fosse bem rápida.

        Isto poderia ser o éter reverenciado no passado. Estes grãos não sairiam do lugar, apenas a informação passariam de um grão para todos os outro, como ondas. Isto explicaria a viagem das partículas (fótons) como onda. Uma frente de onda seria como um circulo que se encaminha sempre para frente, se alargando cada vez mais, enquanto outros círculos, cada vez menores, vêm em em seguida simbolizando a continuação do processo. Ao atingirem a fenda dupla, as partículas atravessam ao mesmo tempo cada fenda e se comportam como se fossem duas fontes de luz independentes e sincronizadas. As frentes de cada onda são feitas de uma infinidades de partículas lado a lado e por este motivo parecem estar em vários lugares ao mesmo tempo. Estas explicações responderiam à algumas esquisitices quânticas.
       Neste caso os grãos de energia não influenciariam as partículas (matéria). Seria como peixes movimentando-se no aquário. Portanto não provocaria a deformação espaço-tempo. Seria como se não existisse estes grãos de energia (seria o vácuo), ou uma possível explicação para a mecânica quântica. Como pode ser observado, não entendo o suficiente e não é meu interesse falar de mecânica quântica aqui. Isto pode ser deixado para o futuro. Nada disto é prioritário e pode ser dispensado.

       Tanto a relatividade de Einstein é boa quanto a de Newton, mas possuem erros. Precisamos de outra lei mais lógica para se entender melhor a gravidade.   

        A ciência admite a existência de átomos do espaço tempo (como é possível?). Sem a opinião do cientista Petr. Horava, eu nunca teria coragem de escrever o que estou escrevendo. Isto me incentivou a escrever aqui, as minhas idéias (ridículas) encubadas a vários anos.

       A demonstração das órbitas dos planetas pela deformação do tecido espaço-tempo, indica que os planetas em órbitas do sol, ou mesmo os satélites em órbita da terra, ao perder velocidade, se encaminhariam para um dos pólos do corpo do qual orbita (cairia na deformação), o que não acontece na realidade. Ele simplesmente cai da órbita sem perder a direção e um asteróide que passasse próximo a um planeta se desviaria para baixo ao entrar na deformação (depressão) e depois subiria novamente ao sair e isto também não é observado, além de que este corpo ao passar próximo ao planeta deveria apresentar uma trajetória abaulada para fora, seguindo a deformação espaço tempo, mas se apresenta puxado para dentro, devido à atração do planeta. A deformação do tecido espaço-tempo explica de maneira razoável as órbitas dos planetas, mas não explica as órbitas dos asteróides e cometas, como foi dito acima, pois não teria a deformação deste tecido espaço tempo até o cometa distante para guia-lo, sem interferir em todos os corpos celestes intermediários. Como explicar, usando-se o espaço-tempo, galáxias sendo atraídas por outras galáxias (andrômeda e via láctea) e outras se repelindo (galáxias distantes). Simplesmente não explica. As órbitas dos planetas, usando-se o espaço tempo, seriam diferentes do que se observa na realidade. Os planetas que têm as órbitas mais curtas deveriam ficar na região polar e as que têm órbitas maiores ficariam na região equatorial do corpo o qual orbitam e não é assim que vemos. Isto só seria possível se todos os planetas ocupassem a mesma órbita. 
        Foi descoberto recentemente um pequeno astro orbitando nosso sistema solar,cujo nome é "NIKU" e possui uma órbita reversa e inclinada cerca de 110 graus. Isto contraria totalmente a teoria da gravitação do espaço tempo de Einstein. Uma órbita perpendicular ao sistema solar, é realmente estranho. Newton estava mais certo: a gravidade age entre corpos. Veja na internet: "Objeto perto de Netuno, viaja na contra mão do sistema solar". Publicado em: 12/08/2016.

       A gravitação quântica tem uma comprovação difícil de ser aceita. Ver: "Espaço-tempo não é o mesmo para todos" (Com informações da Universidade de Varsóvia - 31/07/2013). Foi publicado em 28/02/2014: "Manuscrito perdido de Einstein desafia teoria do big bang". Isto deve ter sido abandonado, para justificar a relatividade. Agora já podemos falar mal da relatividade, na gravidade.

      O desvio da luz das estrelas por um corpo no espaço é devido à densidade da atmosfera deste corpo e não da gravidade deste corpo. Esta atmosfera, devido sua densidade, provoca uma deflexão na luz e faz o sol aparecer no horizonte, para um observador da terra, antes que atinja um ponto certo para ser visível. Mergulhe um lápis em meio copo d'água e verás esta deflexão. Como a gravidade influencia a densidade da atmosfera, isto pode passar desapercebido e faz parecer que a gravidade de um corpo celeste, desvia o fóton. 

        A nossa lua não tem, ou praticamente não tem atmosfera, mas tem poeira cósmica ao seu redor e a poeira é muito mais densa que qualquer gás rarefeito. Esta poeira cósmica desviaria a luz, tanto quanto uma atmosfera. 

      Tudo isto indicaria que um buraco de minhoca seria impossível de existir. Eu não consegui até hoje, entender o espaço tempo. A teoria do espaço tempo deve ter sido mal elaborada. Afinal, quem entende de espaço tempo? Tem pessoas que não raciocinam, apenas aceitam. Existem muitas coincidências que comprovam os pensamentos de Einstein. Não existe vácuo absoluto em nosso universo. O pó cósmico está mais condensado em certas regiões menos em outras. Isto altera a densidade do espaço em várias regiões. Um modo de se testar isto, é verificar um corpo celeste vagando pelo espaço. Se ele apresentar alguma irregularidade em seu trajeto, isto estará provado. Veja por exemplo um buraco negro planetário ou estelar. Observe o efeito de lentes gravitacionais em sua atmosfera. Note também que quando duas estrela se aproximam, parece se afastarem exageradamente e rapidamente, muito acima do fenômeno da gravidade e aparentando o da densidade.  
     Sem saber o que Petr Horava idealizou sobre o espaço tempo, esta parte do comentário ainda está muito incerta. Ainda não li toda a teoria de Petr Horava (uma teoria que ainda não foi aceita). Será que existem dois tipos de espaços? Realmente, quando falamos de espaço, imaginamos este espaço infinito nas três dimensões. Por outro lado, dizemos que um corpo ocupa um pequeno espaço, isto é: um espaço (limitado) dentro de um espaço infinito. Deve ser aí que está o segredo de tudo. Se o espaço é um problema, o tempo é um problema bem maior. Como isto não tem nada haver com o foco deste assunto, não entraremos em mais detalhes.

      Procure na internet por  Petr. Horava. (dividindo o tempo do espaço, a teoria da gravidade de Petr. Horava) ou “as gotas quânticas do tempo”. Seu modelo mata a noção de big bang e o nascimento do universo. É muito importante que se leia:  
         Copie e cole apenas: "Unsolved Problems Relativity". É mais prático.
     Observem as semelhanças de ideias entre estes dois blogs. Foi uma tremenda coincidência que aparentemente aconteceu quase que simultaneamente. Este blog só foi detectado, por mim, em fevereiro de 2014 e parece que foi publicado em 2013. Não se sabe o mês. As coincidências se estendem até na gravidade (capitulo 4), com pequenas diferenças. Com este reforço, posso me opor a Einstein sem medo de errar e dizer que Newton estava mais certo. A relatividade tem erros principalmente na gravidade.

       Lendo este blog, adquiri mais coragem e confiança, no que escrevi e reforcei minhas tímidas ideias. Para escrever estas novidades, a pessoa tem que desprezar o que diz a ciência e isto é muito perigoso. Com o apoio de outras mentes mais elaboradas, isto se torna mais fácil. Não foi fácil para mim contrariar Einstein, mas agora vejo que não foi em vão. Quanta gente achou que foi um absurdo o que eu escrevi e até desprezaram a continuação desta leitura. Esta confirmação não significa que eu esteja certo, mais é um grande apoio.
        Capítulo – 3


      Velocidade da luz. 

      A luz se transmite no vácuo da Via Láctea, a uma velocidade aproximada de 300.000 km/s, na água seria de 225.000 km/s, no vidro de 200.000 km/s e no diamante de 125.000 km/s, etc. Sabemos que o vácuo perfeito ou absoluto não existe em nosso universo. O vácuo é relativo, isto é: existem matérias em baixa pressão e em muito baixa pressão no universo e o fóton sofre influencia da densidade. A gravidade influencia na densidade, pois pode concentrar gases e partículas em um meio, com mais ou menos densidade (leis físicas podem variar ao longo do universo). Existe um artigo na internet que diz: Em 2001, pesquisadores australianos encontraram evidências de que a velocidade da luz tem diminuído ao longo dos últimos bilhões de anos, mesmo que isto contradiga a relatividade geral. O astrônomo John Webb descobriu que a luz de um quasar tinha absorvido o tipo errado de fotons em sua jornada de 12 bilhões de anos até a terra.

     Outra explicação para este fenômeno.

      A energia eletro magnética ou uma centelha salta de um ponto a outro, mais facilmente se estiver em baixa pressão. Isto quer dizer que os fótons podem viajar mais devagar nas altas pressões ou densidades mais elevadas e mais rápidas nas baixas pressões ou baixas densidades (no vácuo).
  
         No centro do universo o vácuo tem uma densidade máxima, enquanto na periferia tem uma densidade mínima. No centro do universo, existe mais matéria e mais gravidade, ao contrário da periferia. Portanto a velocidade da luz na periferia seria mais rápida que no centro do universo.

        A velocidade da luz varia de acordo com a distância do centro do universo. Sendo assim, é possível que longe do centro, onde a densidade e a gravidade tendem para zero, a velocidade da luz seja superior a 300.000 km/s. veja: "Faíscas de um buraco negro supermassivo parecem ter viajado mais rápido que a luz, quebrando as Leis da Física" e  “Leis físicas podem variar ao longo do universo". Com isto, as medições feitas utilizando-se a velocidade da luz, podem estar erradas, para grandes distancias. Isto afetaria também os redshifts das galáxias. 
         Foi publicado no dia 18/08/2011, em inovação tecnológica: "luz supera velocidade máxima da luz, duas vezes". Há muitas polêmicas com relação á luz. Veja: "Faíscas de um buraco negro supermassivo parece ter viajado mais rápido que a luz, quebrando a lei da física" e "Objeto Cósmico Misterioso parece ter viajado quatro vezes a velocidade da luz". 
          Sabemos que o sol tem matérias muito densas sendo ejetadas de sua superfície, uma grande força magnética e uma forte força gravitacional. "A atmosfera exterior do sol gera uma bolha enorme, chamada heliosfera, que é a maior estrutura contínua do sistema solar" (publicado e 10/12/14). Esta enorme bolha não era conhecida na época de Einstein e não foi levado em conta em sua teoria. Enfim, a heliosfera é um ambiente com uma densidade elevada e podem desviar a luz e não a gravidade que não deveria afetar os fótons (embora não pareça, ainda não sabemos o suficiente sobre a luz e pode ter novidades; sobre a densidade não temos dúvidas). Exemplo de novidades da luz: "brasileiros criam técnica para medir a rotação da luz", "cientistas dão nó na luz", "NASA anuncia plano de enviar sonda para estudar atmosfera do sol, "redução da velocidade da luz é obtida dentro de um chip de silício”, "paradoxo da massa do fóton (centro de deduções lógicas)". Veja também na internet: "magnetismo da luz é medido diretamente pela primeira vez" "luz supera velocidade máxima da luz, duas vezes" e " Cientistas solidificam a luz" (Redação do site inovação tecnológica-12/09/2014). 

        O campo magnético pode ter influência no fóton e ser responsável pelo escuro do buraco negro, como é pelas manchas negras do sol. O campo magnético pode desviar a luz (fóton) e o calor e ser responsável pela ilusão da energia escura. Já se descobriu que a luz tem magnetismo.


        As galáxias têm uma nuvem de poeira e gás à sua volta e sua gravidade somada à gravidade imposta pela "suposta" matéria escura, influi nesta densidade. O mesmo ocorre nos aglomerados de galáxias. Tudo isto poderia produzir o efeito de "lentes gravitacionais” (não comprovado oficialmente, ainda).
  
       O Dr. Peter Hayes, defende que a teoria da relatividade não é ciência, mas uma ideologia, como o marxismo. 


       Conservapédia, a enciclopédia on line criada pelo advogado conservador Andrew Schlafly, sugere que a teoria da relatividade de Einstein faz parte de um complô liberal (ver na revista Scientific American de nov. de 2010 pag. 14).


          O astrônomo dinamarquês Willem de Sitter, analisou a relatividade geral e enviou a Einstein um relato detalhado, em que resumia o problema e propunha uma solução radical: "A relatividade geral funcionaria apenas se todo o universo estivesse explodindo em todas as direções a partir de um ponto central". “Se não aconteceu o big bang e se o universo não se expande, tudo terá que ser repensado” ou aceitamos a relatividade, com seus erros, para não complicar a cosmologia atual. 

        Não estou me opondo a este pensamento. Apenas citando o que encontrei por aí. Também não entendo o excesso de testes que fazem até hoje para comprovar esta teoria. Será que ainda existem dúvidas? Por que Einstein não ganhou o premio Nobel por isto?  Tem-se a impressão de que a relatividade de Einstein prejudica mais do que ajuda (principalmente na gravidade). Veja na internet: “erros da relatividade” e http://www.gallup.unm.edu/~smarandache/UnsolvedProblemsRelativity.pdf
    
       A teoria de Petr. Horava  diz que: um dos princípios físicos no centro da relatividade geral pode ser violado. O princípio é chamado de Lorentz simetria (ou invariância de Lorentz). Veja na internet: "outra nova teoria da gravidade por Andrew Zimmerman Jones". Para um melhor entendimento sobre o assunto sugiro ler::   http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=42133  (retirado em 2014).
            Este artigo se referia a uma discussão entre cientistas a respeito da teoria das cordas. Como a relatividade não é a principal intenção deste blog e sim, a criação do Universo, deixaremos esta discussão em aberto, para discussões futuras. 


        Capitulo - 4

        GRAVIDADE     


           A gravidade, uma vez criada, quase nunca desaparecerá e nem se transformará. Ela será eterna, como o movimento giratório (girando eternamente ou energia infinita). 
       Deve ser por isso que o universo se comporta como um moto contínuo. Isto também prova que um moto contínuo é perfeitamente possível de existir. Veja na internet: "Construção de um motor magnético de rotação contínua" (tentativas), não se conseguindo resultados satisfatórios até o momento. O problema é descobrir como a natureza conseguiu realizar esta proeza com os átomos. Talvez tenhamos que utilizar esta terceira física para explicar este fenômeno. Na física clássica, não existe atrito para os astros no espaço.do universo e qualquer força, por menor que seja é capaz de fazer girar até mesmo grandes corpos celestes. Já no caso dos átomos, além de não existir atrito, o magnetismo é muito forte para fazer girar as partículas. O problema é saber como pode haver variações nestes campos magnéticos ou eletrostáticos para provocar estas rotações. Isto ainda é um mistério.
       Existem muitas evidencias desta energia infinita. Veja também: "computação quântica sem qubits usam fótons tiradas do nada". Leia os sites associados. Estamos tentando um sistema de energia infinita, usando a fusão atômica, sem resultados satisfatórios, mas conseguindo melhorias.
     O magnetismo e a gravidade são equivalentes para esta prática, sendo o magnetismo, mais eficiente. A gravidade clássica é uma força bem mais fraca. Veja: "a velocidade da luz pode variar e vácuo não existe. Propõem físicos". Isto é válido para o nosso universo, não para o extra universo, onde as condições são outras.
           O que é gravidade? O que é magnetismo? São existências imateriais. O magnetismo e a gravidade são incógnitas para a ciência. Não sabemos realmente de que são feitas, como atuam. Dizem que a gravidade age por ondas, mas não percebemos estas ondulações, nem mesmo no magnetismo (estático). Só as percebemos nos fótons (na energia eletromagnética). As regras para a gravidade, devem ser completamente diferentes das regras da luz. Por exemplo: a velocidade da gravidade é diferente a velocidade da luz. A gravidade é uma força e não é  uma partícula. Não existem os grávitons nem os gluons. Eles ainda não foram detectados. O mesmo é válido para as energias; não são partículas. Os fótons sim, são partículas carregadas de energias e talvez sem gravidade (ou despresivel). 
      A gravidade só desaparecerá junto com a desintegração da matéria. Isto só acontece no horizonte de eventos dos buracos negros e com as descargas de raios gama, quando a matéria se transforma em energia (será visto mais adiante). O movimento giratório é eterno, o espaço extra-universo está criando energia eternamente e esta está se transformando em matéria. Matéria e energia são farinhas do mesmo saco. Assim como a energia é infinita, a matéria também é (a quantidade aumenta sempre). 
          A gravidade da matéria é dependente da gravidade quântica e esta é depende do campo magnético (e ou eletrostático) interatômico. É este campo magnético que controla os movimentos e faz os elétrons girarem em órbitas diferentes das dos astros. Isto é: em sentidos diversos e não só equatorial (estamos empregando aqui o sistema de órbitas planetárias para os elétrons, para facilitar a compreensão). É aí que os efeitos da gravidade serão fortes o suficiente para serem medidos, ou seja: a gravidade magnética ou quântica, é igual às outras forças. Ela só se torna uma força gravitacional mais fraca, quando se torna clássica.
       Em um corpo qualquer, na gravidade clássica, se a força centrífuga superar a força que une os átomos, este corpo explodirá. Isto não acontece em um átomo.
        No caso das partículas atômicas, a força forte mantém estas partículas fortemente unidas e resistem a altíssimas rotações e vibrações, sem causar explosão (gravidade quântica).

        É aí que começa a surgir a gravidade (gravidade quântica, eletrostática ou magnética). A gravidade se tornará clássica pela rotação ou agitação dos átomos, das moléculas e dos corpos. 

     Como a força centrífuga tem uma tendência a repelir, a força centrípeta tem a particularidade de puxar. Isto incrementaria ainda mais a gravidade. Isto foi citado aqui, timidamente em 2011 ( ver registro 28/01/11 n.518lv.984, fl.257) e os posteriores, mais aperfeiçoados, assim como os anteriores, prejudicados por conhecimentos falsos. Eu também aprendi errado. Newton estava mais certo. Veja a ultima publicação: 
"  Você sabia que a gravidade não é uma força e que não tem o poder de puxar? Entenda como funciona".

        Se isto estiver baseado na relatividade, pode estar errado. A gravidade não seria do espaço e sim da matéria. A relatividade de Einstein, não serve pra explicar a gravidade. Veja na internet: Real movimento do nosso sistema solar no espaço. Como o espaço tempo pode explicar estas órbitas helicoidais? 
        Se você tiver uma esfera perfeita, maciça e estática, a força de gravidade será a mesma em qualquer parte desta esfera. Ao se girar esta esfera, será criada uma força centrífuga e centrípeta maior na região equatorial e como esta rotação não é suficiente para  causar uma explosão, a força centrípeta começa a puxar outros corpos nas proximidades, como os planetas atraem seus satélites e seus anéis, o sol seus planetas, o buraco negro, suas estrelas, etc. Isto é que é a gravidade clássica galáctica. A gravidade é mais intensa na região equatorial deste corpo em rotação. É por este motivo que um pião se mantém em equilíbrio enquanto gira. É assim que age a gravidade dos astros (talvez esta gravidade seja ajudada por interferências magnéticas do universo, ou pela matéria escura, ou mesmo por ondas alfvén) . 
         Na gravidade quântica, a atração gravitacional se dá em todas as direções e não só equatorial. É por este motivo a força inter atômica geralmente é muito forte. Esta força é inversamente dependente da temperatura deste corpo. 
       No universo subatômico o magnetismo substitui e comanda a gravitação e faz os elétrons girarem em qualquer posição (não só equatorial).
        No caso das estrelas de nêutrons, outra rotação ou agitação, em outro eixo, incrementaria ainda mais a gravidade deste corpo (veja explicação a seguir).    
        O que faz com que a matéria seja matéria? Cada próton e cada nêutron são   formados por três quarks. Ocorre que esses três quarks juntos respondem por apenas um por cento da massa de cada próton ou nêutron. Quer dizer que os prótons ou nêutrons são muito mais pesados que os três quarks que os formam. Sendo assim, o que responde pelo restante da massa dessas partículas? 
      Minha opinião é que a rotação e ou a vibração, dá peso às partículas, devido às forças centrífuga, centrípeta e inercial. Uma rotação extra, em outro eixo, incrementaria esta gravidade. Ainda temos o caso destas vibrações se tornarem ressonantes, o que aumentaria, em muito esse efeito.  Se não concordar, é só desconsiderar este parágrafo (isto ainda não foi confirmado). Poderá ver também uma outra explicação bem mais elaborada e igualmente duvidosa, em: How small is it - 05 - The Higgs boson (1080p). Infelizmente estão forçando o uso de partículas virtuais, como os gluons.(divindades). Isto seria o mesmo que dizer: foi com a ajuda de Deus. Isto não é física.  
        Segundo o modelo de "Donoghue", pode haver uma chance de que a velocidade da gravidade seja maior do que a velocidade da luz. O que dá massa as partículas?   O modelo padrão tem um enorme poder explicativo. Toda a nossa ciência e a nossa tecnologia foram criadas a partir dele. Mas os cientistas sabem de suas deficiências. Essa teoria cobre apenas o que chamamos de "matéria ordinária", essa matéria da qual somos feitos e que pode ser detectada por nossos sentidos. O modelo padrão também não explica a gravidade”. Mas, se essa teoria não explica porque temos massa, fica claro que o modelo padrão consegue dar boas respostas sobre como "a coisa funciona", mas ainda se cala quando a pergunta é "o que é a coisa". O modelo padrão também não explica a gravidade. E não pretende dar conta dos restantes 95% do nosso universo, presumivelmente preenchidos por outras duas "coisas" que não sabemos o que são: a energia escura e a matéria escura (parágrafo copiado de um artigo do instituto universitário de pesquisas e educação por Eduardo Geraque). Veja na internet: “velocidade da gravidade pode ser maior que a velocidade da luz" (baseado em texto de Graeme Stemp-Morlock - FQXI - 12/10/2011) - John Donoghue, um físico da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. 
           Dizer que a gravidade pertence ao espaço e não a matéria, pode não ser verdade. A gravidade surgiu, quando surgiu a matéria. O espaço sempre existiu, a matéria e a gravidade, não. Matéria atrai matéria. Se você raciocinar baseado na teoria padrão, não vai ser possível entender o que foi dito aqui. Esta teoria pode estar errada e teremos que repensar todo o universo. É temeroso dizer que Einstein errou, mas se errou, todos nós aprendemos errado (Veja artigo publicado em 2013), UnsolvedProblemsRelativity. 
           A energia gravitacional não é como a luz, isto é: não viaja a 300.000 km/s. Sua ação deve ser instantânea, contínua e não por ondas. Em minha opinião, não existem os grávitons e nem ondas gravitacionais que ainda não foram e talvez nem sejam detectadas. Um artigo da revista "Scientific American" de junho de 2014 pag. 10, sobre a descoberta de provas de ondas gravitacionais e a inflação cósmica, diz que existe uma chance de que isso possa estar errado (este erro foi confirmado alguns dias depois). Novamente, em 2017 foi desmentida a redescoberta do boson de higgs. A gravidade, seria como uma corda (alguns metros ou quilômetros) unindo dois corpos que giram um em torno do outro, mantendo a corda esticada pela força centrífuga ( aumentando-se a rotação, podemos aumentar a gravidade neste caso). A corda seria como a força de gravidade (força centrípeta).  Se esta corda se partir ou for cortada, faltará a gravidade nos dois corpos instantaneamente e eles serão lançados para o espaço ao mesmo tempo, na velocidade angular que tinham neste momento, independente do ponto em que a corda foi cortada ou da distância entre os corpos. Na realidade, esta corda não existe; é só uma representação. Seria como se faltasse a gravidade; a gravidade faltaria nos dois corpos simultaneamente. Não ficaria esperando a velocidade da luz para agir (este exemplo foi escrito aqui em 2011-ver registros). Se você estiver próximo a um destes corpos, veria o outro ser arremessado para o espaço algum tempo depois. Isto seria motivado pela velocidade da luz. Este não é exatamente o caso mostrado no vídeo: What is The Speed of Dark? Mas serve como exemplo. Neste exemplo a velocidade da luz não seria a mais veloz do universo e sim a da gravidade. Será mesmo instantânea (Newton estava certo). A luz leva algum tempo para sair de um ponto a outro (pode levar até bilhões de anos). A gravidade age entre dois ou mais corpos ao mesmo tempo. Para simplificar, imaginemos apenas dois corpos. Se A atrai B podemos dizer também que B atrai A. A gravidade já está agindo desde que estes copos foram formados. Ela já está lá. Não viajou e nem vai viajar até lá. Quando a gravidade falta, não tem tempo para ser computado. Não adianta um corpo ter gravidade se não tem outro para atrair. Quando falta a gravidade em um corpo, instantaneamente falta nos dois ou mais, mesmo que este outro corpo esteja do outro lado do universo.
             Veja: "Faíscas de um buraco negro supermassivo parecem ter viajado mais rápido que a luz, quebrando as Leis da Física" (foi retirado copie e cole).  Veja também: "Objeto cósmico parece viajar quatro vezes mais rápido que a luz". Veja na internet: "Empresa canadense tem patente de elevador espacial" ou "elevador para a estratosfera será atalho para o espaço" Poderíamos usar este artifício para lançar para o espaço cargas, espaçonaves, foguetes, etc., com uma enorme economia de combustível, bastando para isto, que se coloquem as duas cargas a serem lançadas, em oposição uma a outra, equilibradas (com o mesmo peso), embutidas ou não, dentro de um disco, presas por uma corda e giradas a grandes velocidades. Ao se romper esta corda, as duas cargas serão lançadas para o espaço instantaneamente (não provocaria um desequilíbrio entre as cargas).  Podemos até girar uma destas cargas para ver se a outra carga também gira, comprovando um emaranhamento entre as duas cargas. Acho mais interessante a ideia de se colocar um satélite síncrono com a terra e com um cabo retrátil  para transportar cargas. 
        Podemos também colocar um enorme painel solar, nesta torre, para captar energia elétrica do sol.      
        Quando a força centrífuga de um corpo é insuficiente ou impedida de explodir este corpo, a força centrípeta se supera e assume a preferência e passa a atrair outros corpos (isto é a gravidade clássica, galáctica). Esta ação instantânea da gravidade poderia talvez explicar o caso das partículas separadas por bilhões de anos luz, uma da outra e responder instantaneamente a estímulos (entrelaçamento quântico, ação fantasmagórica à distância, etc.). Uma explicação razoável, seria imaginar uma alavanca quilométrica (teoricamente, é claro), apoiada pelo centro e equilibrada. Se você levantar uma das extremidades, a outra baixará instantaneamente. Você pode não ver isto acontecer, mas você sabe que isto acontece. Esta alavanca pode ser, simbolicamente, a gravidade. O mesmo se aplica a torção de um eixo quilométrico.     Estas extremidades se comportam como um entrelaçamento quântico. O nosso universo está girando e  equilibrado dinamicamente. Se um astro desaparecer (explodir) em nosso universo haverá um desequilíbrio total e será feito uma compensação instantânea mesmo que o ocorrido seja do outro lado do universo (isto poderá ser confundido com ondas gravitacionais). Especulando um pouco mais e estudando melhor a gravidade, talvez pudesse ser usada para uma comunicação mais rápida, assim como as viagens bem mais rápidas no universo (não viagem no tempo). Poderia ser o que se chama de consciência quântica. A força centrífuga pode ainda ser usada para criar uma gravidade e ou eliminar o efeito da gravidade, isto é: criar uma anti gravidade. Conhecendo-se melhor a gravidade, muitas novidades podem surgir. 
       Esta "suposta" experiência feita recentemente para comprovar a deformação do tecido espaço tempo, com os giroscópios, pode ter sido mal interpretada. Ver na internet: "O fracasso de um épico". Acredito que ainda não se conseguiu provar nada. O espaço do nosso universo não é vazio. A gravidade atrai gases e poeira cósmica e causam a deformação percebida, dando a impressão de que a terra está mergulhada no mel (na época desta experiência não se levou em conta esta possibilidade). Não existe a deformação do tecido espaço tempo, não existe buraco de minhoca nem viajem no tempo por este processo, veja: "Todos a bordo: expresso buraco de minhoca vai partir". Se fosse possível viajar no tempo, teríamos agora, pessoas do futuro voltando ao passado, constantemente, para terem uma vida eterna e com todas as vantagens de conhecer esse passado.   Por que a gravidade é uma incógnita até hoje? Por que a teoria padrão não tem uma explicação para isto? Podemos aumentar a energia de um corpo, apenas aumentando sua velocidade. Quanto mais veloz você está, mais pesado você fica e se aumentar a rotação deste corpo, maior será a sua gravidade. A gravidade ou  força centrípeta é o inverso da força centrífuga. Onde existe uma, a outra está sempre presente. No universo, tudo gira e tudo se atrai. Se o boson de higgs fosse uma partícula que daria massa à outras partículas, O que daria massa à este boson? O boson de higgs das partículas não pode ser detectado, como a matéria escura do universo e os imaginários grávitons dos buracos negros, pois se trata de uma energia gravitacional. A gravidade das estrelas da galáxia, dá gravidade ao centro oco desta galáxia, iludindo a percepção e aparentando ser um corpo maciço sem ter massa. Isto seria uma gravidade induzida, tipo virtual e causa a rotação da galáxia. O mesmo acontece com o centro do universo.  Suas galáxias em rotação dão massa (gravidade virtual) ao seu centro oco, dando a ilusão da matéria escura (será visto adiante). O bóson de higgs age como uma força gravitacional. É uma energia gravitacional e não uma partícula.  Bóson de higgs, buraco negro, matéria escura. Três efeitos iguais, em escala de tamanhos diferentes, que causam estranhezas. 
      Bóson de Higgs - Gravidade quântica
      Buraco Negro - Gravidade galáctia
      Matéria escura - Gravidade do universo
        A física de partículas tão bem encaixada na cosmologia pode ter erros. Tenho a impressão de que nem tudo são partículas. Em alguns casos usam-se partículas hipotéticas como: wimps, gluons, grávitons, takions, etc. para tentar explicar a matéria escura, a gravidade,  e outros mistérios. 
         Tem-se a impressão de que não há interesse em se mexer na teoria padrão.  
        Devem existir muitas coisas estranhas escritas aqui neste blog, mas existem muitas coisas estranhas escritas por aí, incluindo leis físicas atuais, atuando como remendos físicos cosmológicos. Dizem que este blog não é confiável. Pergunto: existe alguma coisa confiável em cosmologia? Muito pelo contrário, já se fala em outra física. Veja na internet: "Por que uma revolução da física pode estar a caminho."  “O universo não é apenas mais estranho do que supomos; ele é mais estranho do que somos capazes de supor” (John Haldane, biólogo Inglês, 1892-1964).Veja na internet: "Sete perguntas sobre o big bang". Muitas adaptações e remendos foram feitas para justificar o big bang, conforme podemos observar. Neste atual conceito da criação do universo, o que seria a gravidade? A gravidade de um corpo seria o somatório das gravidades de todos os átomos que compõe este corpo, que por sua vez são dependentes das gravidades de todas as partículas e sub partículas que fazem parte deste todo. Acredito mesmo que a gravidade se origina das menores sub partículas da matéria e o somatório destas gravidades se apresenta na matéria que conhecemos, com energia suficiente para nos encantar. Resultado: a gravidade seria dependente da gravidade quântica, isto é: do bóson de higgs. A rotação ou a agitação daria uma massa e uma resistência extra a esta partícula, como um disco de cobre em alta rotação corta um diamante. Se você usasse uma faca de cobre para cortar um vidro, nunca conseguiria. Isto quer dizer que existe um componente inercial ou rotacional na gravidade. No caso de uma partícula (ou sub partícula), estamos falando de velocidade próxima a da luz (ou talvez bem maior). Velocidades desta ordem nem podemos pensar em desprezar. Já a rotação de um corpo celeste como: estrelas de nêutrons, magnetáris, buracos negros e outros, quanto maior a rotação, maior será a gravidade clássica deste corpo. Se esta rotação superar a capacidade da força que mantém os átomos unidos (força interatômica), o corpo explodirá. É isto que pode acontecer no buraco negro planetário ou estelar. Nota: nada disto foi comprovado ainda, porém existem vários artigos na internet que comprovam minhas suspeitas. Veja na internet:                                                                                                                                 http://www.gallup.unm.edu~smarandashe/UnsolvedPloblemsRelativity.pdf
      
      Se você só acredita nas coisas, com comprovações matemáticas, agora vai encontrar aqui, explicações que podem lhe convencer ou fazer desacreditar de vez, porque pode se provar uma mentira, confundindo com uma coincidência. As ondas gravitacionais alterando o espaço tempo, parece um brinquedo (uma metáfora). 
              Como a gravidade ainda não está totalmente resolvida, esta explicação terá que ser considerada provisória, por enquanto.
           Esta recente notícia da redescoberta de ondas gravitacionais, causou  um reboliço nos meios científico. Tal descoberta está passando por avaliações. O "LIGO" sofreu reformas recentemente que o deixou bem mais sensível, pois não havia registrado nenhum sinal de ondas gravitacionais.
                Dizem que qualquer tipo de massa em movimento, grande ou pequena, gera uma onda gravitacional. Para isto acontecer é necessário que o espaço seja feito de matéria para que esta matéria seja empurrada para trás e para frente e o espaço não é matéria. Dizem também que como as ondas oceânicas da terra, as gravitacionais rolam sem sessar pelo cosmo. Isto não é verdade. As ondas oceânicas não são como ondas gravitacionais. O oceano é um meio liquido e pode ondular. O espaço não; é um vácuo. Somente pode existir ondas eletromagnéticas. 
            Li recentemente na internet, um artigo que dizia: "Milhões de coisas podem atrapalhar estas buscas, incluindo a passagem de um trem, um terremoto na terra e a realidade inconveniente de que todos os objetos com temperatura superior ao zero absoluto estão vibrando o tempo inteiro. Eu acrescento aí: a queda de um raio, desabamentos, explosões no solo e o mais importante: Explosões na atmosfera (incompreensíveis até o momento), apelidadas de "canhão leucênico". Veja na internet: "explosões misteriosas".
      Foi publicado recentemente um artigo na internet, desfazendo a afirmação do recente resultado do "LIGO" sobre um choque de dois buracos negros (não li todo o artigo e perdi a fonte da noticia). Também ainda não se tem plena certeza da existência deste tecido espaço tempo. Provisoriamente assista o vídeo: Gravitacional Waves: A New Era of Astronomy Begings.    
     Cientistas estão levando estes estudos para o lado da matéria escura.
    O mais recomendado é que se construa um "LIGO" no espaço, longe das inconvenientes vibrações atmosféricas da terra. 
         Sensibilidade exagerada pode ser prejudicial.

            Frase de Einstein: todas as coisas devem ser feitas de forma mais simples possível, porém não mais simples que o possível.  
        

         Capítulo 5

  
       COMO SURGIU O UNIVERSO.

    O universo realmente surgiu do nada. O nada é cheio de existências imateriais (será comentado no capítulo 12).

        Este nada não seria o nada absoluto e sim um espaço infinito com características extremas: Um vácuo total ou absoluto, uma temperatura de zero graus, também absoluto, umidade zero, ausência total de luz, com tempo e espaço infinito, etc. Este espaço seria o espaço extra universo (primordial). No vácuo do nosso universo este vácuo não existe.

         O tempo e o espaço são coisas que também são infinitas e tanto o espaço quanto o tempo não foram criados no big bang. Eles sempre existiram como a energia elétrica potencial que se originou nestas condições extremas. O espaço é estático, como Newton definiu e o tempo é dinâmico nunca para (a singularidade não existe). Move-se no sentido positivo da numeração e nunca ao contrário. Sua velocidade é a maior possível, capaz de registrar as maiores velocidades do universo. 
        Talvez esta energia elétrica potencial seja manifestações de micros universos inferiores (teoria quântica).  Podemos incluir aqui, as três prováveis teorias do universo: Teoria quântica, Teoria clássica e a provável teoria do extra universo, com suas possíveis esquisitices. A natureza faz combinações de três ou quatro coisas para obter uma infinidade de outras.

       Existem três exigências para a criação do universo: ENERGIA, ESPAÇO E TEMPO (infinitos e misteriosos). Esta ideia não é pior do que o dito abaixo:

        Veja o que diz a teoria do big bang: O big bang não foi uma explosão e sim uma expansão de um conteúdo que se inchou junto com o espaço criado na hora, surgindo também o tempo. Isso não faz nenhum sentido. Qualquer que seja o conteúdo, ele ocupa um espaço e por menor que seja, é um espaço. Se não existir espaço, nada pode existir. Depois dos limites deste espaço, sempre existe alguma coisa, que é mais espaço ou nada, que também é espaço. O espaço não pode desaparecer. O espaço sempre existiu como o tempo (que é como a numeração). 

         O tempo pode ser apenas uma referência (ex: Antes de Cristo e depois de Cristo). Assim a energia, o espaço e o tempo sempre existiram como a escuridão, as leis físicas, o frio intenso, etc. (são condições naturais). O nosso tempo começou a ser contado a partir deste momento (nascimento do universo), em ordem crescente que vai ao infinito, mas também em ordem decrescente que também vai ao infinito.

     Tendo espaço e tempo, infinitos a energia acaba se transformando em matéria (M=E/C2). Neste caso basta uma centelha elétrica para iniciar todo o processo (como no início da vida). Como aconteceu? Isto será visto mais adiante.
     Três condições infinitas para gerar um universo com um início e sem um fim. 
               A teoria padrão foi concebida, admitindo-se o big bang. “Se não aconteceu o big bang, tudo terá que ser repensado”. A matéria está sendo criada a cada instante. Não existia uma quantidade determinada de matéria no universo. Antes de surgir o universo, não existia matéria.  O universo é a criação da matéria (M=E/C²). O universo não surgiu de dentro para fora e sim de fora para dentro.

        Muita atenção para não se empregar as regras da teoria padrão quando julgar esta explanação feita aqui. 

     Quanto tempo levou para ser criada a matéria (o nascimento do universo)? O "espaço" e a "energia" sempre estiveram lá, por um "tempo" infinito a espera deste acontecimento. O início do nascimento do universo é apenas uma referencia para se começar a contar o tempo, como no caso do nascimento de Cristo. Apenas uma referencia. O tempo deve ser uma dimensão nem sempre necessária.. Não há lógica nem necessidade de se saber quanto tempo levou para dar início ao nascimento do universo (apenas um tempo infinito). O nascimento do universo seria o instante zero. Existe um tempo infinito de um lado em ordem negativa e um tempo positivo e também infinito de outro lado.

         Este é o espaço sideral, onde nada existe nem mesmo o fóton. Talvez, devido às condições extremas e propícias, favoreceu o aparecimento da energia elétrica primordial (estática),  que se transformou em energia eletro magnética, quando ocorreram as descargas de raios gama. Esta seria a primeira das quatro forças básicas da natureza, de onde se originaram as outras três (isto será explicado mais adiante). Entendemos com isto, que o nada absoluto não existe, pois ele estaria saturado de energia. Portanto, seria o nada só de matéria.

        Usando-se a ideia de que o espaço e o tempo nasceram com o big bang, não seria possível a pré-existência da energia elétrica potencial (a energia responsável pelo tudo m=e/c2) e não existiria absolutamente nada. Tudo teria que ser criado do nada absoluto e isto seria impossível de acontecer. Não existiria o átomo primordial, o espaço e o tempo, a singularidade, as quatro forças básicas da natureza, etc. A força eletro magnética teria que ser criada, como aparentemente foi, junto com as outras três (a super força), assim como o átomo primordial (na teoria do big bang). Teríamos também que admitir o artifício da singularidade, onde as leis da física falham. A teoria do espaço tempo já está sob suspeita e uma série de outras incoerências. Tudo isto quer dizer que fora do universo existe um espaço infinito. O universo está localizado em um ponto sem referencias e que não pode ser localizado por alguém neste espaço infinito. Neste caso não se usará nenhuma dimensão para localizá-lo. Veja na revista Scientific American (especial) n° 41 (fev.-mar. de 2011): "o tempo é uma ilusão" e "o tempo pode acabar". Veja também a edição especial numero 46 (abril de 2012): mistérios profundo do tempo e na revista de junho de 2012, “enigma do começo e fim do tempo (edição especial física 2) ou Veja também na internet.
         Diz a física: a energia não pode ser criada nem destruída, apenas transformada (pode ser criada sim) . Só não poderia ser criada no big bang; ela teria que já existir. A energia eletro magnética seria o “Deus” da ciência, criador de todas as coisas e que não precisa ser adorado nem exige sacrifícios de ninguém ( uma incógnita a ser desvendada).Energia eletro magnética é uma existência imaterial capaz de produzir mudanças e, como tal, pode produzir matéria ou vice-versa (e=mc² ou m=e/c²). Esta energia é a energia primordial, substituta do átomo primordial da ilógica teoria do big bang. 

         Desta suposta energia elétrica potencial do espaço extra-universo, pouco ou nada sabemos. É conhecida por energia fundamental. Esta energia elétrica seria uma energia pura, provavelmente sem partículas e que ao se transformar em energia eletromagnética, emitiria raios gama, raios X, etc e se transformaria em matéria. Esta energia, talvez, não poderia voltar ao estado  anterior. Como surgiu? Como se comporta no espaço extra-universo infinito, onde esta energia também é infinita? Isto parece uma coisa impossível, mas não é. Todo espaço vazio é ocupado por energia elétrica potencial e pela energia gravitacional, se existir matéria. A matéria é energia condensada.  São aspectos da mesma coisa. 


        Note que nestes casos, a pre existência da energia e ou do tempo e ou do espaço estão sempre presentes nos seguintes eventos, pelo menos uma vez nos três itens abaixo:


      Energia espaço e tempo = universo.
      Energia aminoácidos e água = vida
      Vida evolução e tempo = inteligência.


         CAPÍTULO 6

-    
     COMO SURGIU A MATÉRIA?

     Teoria do tudo.

       Como surgiu toda essa matéria do universo, se no início não existia nada? De acordo com a teoria do big bang, o átomo primordial sempre existiu (do nada) e este pequenino átomo continha toda a energia e toda a matéria do universo. Neste caso o universo teria que sempre existir (já que ninguém pode saber, como tudo começou), condensado em um átomo primordial. Aliás, deveriam existir vários universos, para sobrar apenas um, após a explosão do big bang, onde a matéria e a antimatéria se aniquilariam.  Como isto é possível?

      Este átomo se desintegrou (não se sabe como), transformou-se em energia, que se transformou novamente em matéria e encheu todo o universo e tendo que se levar em conta, a matéria e a antimatéria que se aniquilaram por ocasião do big bang e uma quantidade extra de matéria que sobrou desta explosão (não se sabe como) e que encheu todo o universo de uma maneira milagrosa.   
        Ainda temos a matéria escura, que esta teoria quer acrescentar neste evento, além das quatro forças básicas da natureza (a super força). Como pode caber tanta matéria em um pequenino átomo primordial? Que força esmagadora seria necessária para comprimir ao máximo tanta matéria? O universo é extremamente gigantesco (tem mais de 78 bilhões de anos luz de uma ponta a outra). De onde surgiu esta força? Que tipo de força é esta e qual o seu nome? Sabemos que, se eliminássemos todo o espaço interatômico de uma pessoa, teríamos um grão de areia pesando cerca de 80 quilos; toda a população do mundo seria menor que uma bola de boliche, com mais de 270 milhões de toneladas; todo o universo seria como um planeta muito maior do que júpter. Eliminar todo este espaço inter atômico é uma coisa praticamente impossível. De onde surgiu tanta força para fazer este serviço? Além do mais, desintegrar um átomo é muito complicado para ocorrer casualmente.
         Como surgiu o átomo primordial? Milagre ou magia? Não há como aceitar tal justificativa. Para passar do nada para o tudo, só há uma justificativa: a energia elétrica potencial (eletro magnética) do espaço extra universo ( o nada é energia o tudo é matéria). Veja na internet: "A teoria do big bang é limitada para justificar a massa do universo e seu equilíbrio térmico", diz Hugo Carneiro Reis, Doutor em física de partículas da Universidade de Campinas (SP) e autor de um estudo sobre a produção de matéria no universo primordial. "Seria necessário um ajuste fino nas equações que demostram a teoria, afim de concilia-las com o que é observado no cosmos" (mais uma adaptação). Veja mais detalhes em " O ponto zero Jomar Morais".
      De acordo com a fórmula: E=MC², donde M=E/C², Para obtermos a energia da matéria (E=MC²), como no caso do big bang, teremos que desintegrar o átomo primordial e isto cria matéria e antimatéria que se aniquilam e gera uma explosão de energia que é a finalidade do big bang e do LHC. Teremos que ter matéria primeiramente, para desintegrá-la. Isto é destruição da matéria e não criação. Na fórmula M=E/C², não temos explosão; mas talvez sim uma implosão. C², significa uma centelha elétrica. Sabemos que tendo energia potencial em um vácuo, logicamente haverá centelha e após uma centelha desencadeia-se uma série infinita delas Uma mega "implosão" eletromagnética (provando que a matéria é uma concentração de energia). Isto seria o verdadeiro big bang, transformando energia (E) em matéria (M). Veja na internet: "Cientistas transformam energia em matéria" e "Cientistas usam luz para criar partículas". Infelizmente muitos sites foram retirados, não sei por quê, impossibilitando minhas suspeitas (outros foram recolocados).
      Neste experimento chocaram-se fotos de raios gama, com luz verde de alta potência, usaram campos magnéticos extremamente fortes, num ambiente de um vácuo extremo. Foi aproximadamente naquelas condições citada acima (espaço extra universo).
       Estas super descargas eletro magnéticas (raios gama), vieram de todas as direções, inicialmente em torno de um ponto de polaridade supostamente oposta (mutante), que logo se transformou em uma esfera de plasma, que continuou aumentando infinitamente de tamanho, se expandindo por acreção de matéria, muito rápido no início e se tornando cada vez mais lenta à medida que crescia, quando as descargas eletromagnéticas se tornaram mais espaçadas e a bola de plasma atingiu um tamanho descomunal (seria como uma estrela, criando matérias complexas em seu interior). Esta poderia ser a expansão acelerada observada no início do universo. À medida que o universo crescia a parte central foi se resfriando (veja como exemplo o vídeo do satélite WMPA, mostrado no início deste blog) transformando-se em gases e micro partículas que foram se aglutinando pela força da gravidade e deram-se início às partículas subatômicas, como as que formaram os quarks. Estes devem ser formados por partículas diferentes, tanto que existem seis tipos de quarks. Daí sugiram os átomos que formaram os gases, a poeira cósmica, as estrelas, os aglomerados de estrelas, os quasares, as galáxias, etc. (entropia positiva). Hoje este plasma está presente na periferia do universo e é confundido com o eco do big bang ( veja vídeo no início deste blog).
     Concluímos que não existe a singularidade, a expansão do universo, além de outras incoerências.
        De acordo com a fotografia em microondas tirada pelo satélite COBE (vide figura) a periferia do universo apresenta uma séries de manchas vermelhas e azuis. A cor vermelha é a parte mais quente e a cor azul, a mais fria. Esta temperatura, talvez, não possa ser medida corretamente, porque tudo é rarefeito na periferia do universo, como nas galáxias. O mesmo pode ser visto com mais detalhes na foto do satélite WMPA (ver vídeo).
      A matéria é formada na periferia do universo. Existe, portanto, mais poeira cósmica nesta região e mais vermelho os objetos são vistos.    

TEORIA DO TUDO

Uma teoria do tudo, conforme o nome sugere, é qualquer teoria que unifique todos os fenômenos físicos do universo, sob um único padrão matemático. 
      Com este novo enfoque, acredito que a "teoria do tudo", está explicada, quando se afirma aqui, que "tudo se originou do nada"(energia eletro magnética).


     Capitulo - 7


    RAIOS GAMA, RAIOS CÓSMICOS, SUPERNOVAS, NEUTRINOS, OVN's E COMBUSTÃO ESPONTÂNEA.

      Os raios gama geram os raios cósmicos que formam matérias pesadas que abastecem as galáxias da periferia. Veja na internet: “Observações VTL de explosões de raios gama revelam ingredientes”...
     Veja também: "Galáxias distantes na era da reionização"  (publicado em 02/01/11).

         Estas descargas eletro magnéticas (raios gama) são responsáveis pelos clarões nos confins do universo. Estes raios estão na faixa mais superior do espectro eletro magnético e, portanto fora da luz visível. Torna-se visível, quando atingem a matéria. São cerca 300.000 descargas por ano, ou aproximadamente uma descarga a cada segundo com uma energia de no mínimo, 94 Gev (bilhões de eletrovolts) ou 100 bilhões de vezes mais luminosas que o nosso sol. Sua energia disparada em poucos segundos equivaleria a do nosso sol em toda a sua vida de bilhões de anos. Estas descargas (em minha opinião) estão se tornando cada vez mais intermitentes com o tempo (no início eram contínuas) e são o que existe de mais energético na natureza. Acredito que, como não se sabia exatamente a sua origem, foram atribuídos a vários fatores como: explosões de super novas, de buracos negros super massivos, por choques entre estrelas de nêutrons, etc. Isto está acontecendo a cerca de bem mais de 13 bilhões de anos (idade não corrigida do universo) e se fosse verdade, não restaria mais nenhum corpo celeste para ser destruído atualmente e não teríamos tantas descargas registradas e tantos astros no céu. Isto acontece desde o início do universo e são essas descargas que dão origem as explosões de estrelas, transformando-as em nebulosas. Afinal não nascia uma estrela a cada segundo (principalmente supernova), cada estrela leva bilhões de anos para se formar. Em um berçário estelar, as estrelas não se formam ao mesmo tempo, embora se formem muitas estrelas, há um intervalo muito grande de nascimento entre elas. Além do mais, leva bilhões de anos para que ela atinja uma idade certa para explodir (na atual teoria padrão). O universo começou pequeno, é claro. Tudo começa pequeno e no início, destruir uma estrela por segundo era mais do que a quantidade que nascia. Isto seria destruidor para o universo. Ele não teria crescido, não teríamos tantas estrelas no céu e não estaríamos aqui. É bem verdade que os astros podem explodir e emitir raios gama, porém são de mais baixa intensidade e com menor frequência. Sabe-se que uma estrela não tem energia suficiente para explodir e esta energia foi atribuída aos neutrinos, devido a sua detecção, em um experimento feito na época da explosão da supernova 1987 A. Será que não foi um alarme falso? “Estes neutrinos chegaram meses depois de quando se esperava, lembra "Ronald Shellard".  

          A ultima pesquisa a esse respeito, atribui as explosões a efeitos sonoros (revista scientific american -especial- via láctea, out.nov. de 2010, pag. 36). Veja na internet: "Cientistas descobrem novo estado físico da matéria".

          A minha proposta  aqui apresentada, de serem os raios gama, responsável pelas explosões, não está fora das conjecturas e parece mais lógica. Talvez seja mais de uma causa. Veja na internet:  “Cientistas propõem mecanismo para explosão de supernovas” e veja também: “5 esquisitices da nossa via láctea  - V838 monocerotis” ou seja: em fevereiro de 2002, uma estrela ainda não reconhecida, (talvez encoberta pela poeira cósmica) há cerca de 20 mil anos-luz de nós, atingiu uma luminosidade um milhão de vezes maior do que o sol. No mês seguinte, o evento aconteceu de novo. E depois, em abril, pensou-se que era uma estrela do tipo nova, explosão que aumenta o brilho de uma estrela. Mas as novas não acontecem três vezes seguidas e depois param. Porém podem coincidir descargas de raios gama surgirem do mesmo local, como os raios atmosféricos. Esta justificativa validaria a minha sugestão das explosões serem causadas pelas descargas de raios gama extra universo. Estes raios gama podem conter também antimatéria, que seria explosivo, em contato com a matéria. Pode acontecer que uma descarga de raios gama, sobrecarregue a estrela com muita energia extra, aumente sua rotação e cause sua explosão. Uma força centrifuga maior que a força que une os átomos, provocaria a explosão da estrela. São muitos os motivos que podem provocar uma explosão. Se não causar sua explosão total, pode transformá-la em um magnetar, estrela de neutrons, etc.  

        Veja na internet: “simulação 3D mostra explosão de supernova”, onde diz: é muito raro se observar uma supernova de verdade - foi só uma em 380 anos em nossa galáxia. Toda vez que houver transformações, haverá emissão de raios gama, raios cósmicos, antimatéria, neutrinos, etc. E= mc²(desintegração de matéria), m=e/c² (explosão de raios gama) e c²=e/m (ação de buracos negros). Esta parte do comentário é a mais polemica, mas não poderia ser diferente. Nada está totalmente explicado ainda. Existem muitas dúvidas sobre supernovas que ainda não foram esclarecidas. Segundo "Avishay Gay-Yam", nós realmente não sabemos muito sobre supernovas. Veja na internet: Fermi detects chocking surprise from supernovas "little cousin".

        Por que as nebulosas são diferentes umas das outras? Toda explosão tem um padrão próprio. Isso, em meu entender, se deve ao ponto em que os raios gama atingem as estrelas (polar ou meridional), sua rotação, sua idade, tamanho, etc. Veja na internet: "Confirmada explosão cósmica mais brilhante já vista".
         As descargas de raios gama são o que existe de mais energéticos no universo e isto seria o que conhecemos por big bang. Existe, portanto uma infinidades de "bigs bangs", responsáveis pela criação e manutenção do crescimento do universo. Cada descarga de altíssima energia (com trilhões de graus centígrados) transforma-se em plasma e depois em micro partículas de matéria que se aglomeram, enquanto outras descargas iniciam outros processos semelhantes e interferem uns nos outros e seguem a entropia normal do universo, isto é: formam-se estrelas, aglomerado de estrelas, quasares, galáxias (entropia positiva e depois segue a entropia negativa).
        Estas descargas eletromagnéticas, com grande quantidade de raios gama e talvez antimatéria (a confirmar), geram campos de energia sob intenso calor (alguns poucos trilhões de graus centígrados), emitem muitos fótons e campos magnéticos muito intensos que provocam uma interação capaz de transformar energia em matéria (poeira cósmica) e gerar raios cósmicos (partículas magnéticas como ferro).
    Talvez seja capaz também de esterilizar galáxias próximas, impossibilitando a vida nestas regiões, desintegrar corpos celestes próximo, explodir estrelas, novas ou velhas (supernovas). Acontece com o nosso sol (tormentas, tsunami solar, super flash, etc.). É bem possível que seja responsável por algumas extinções em massa ocorridas no passado do planeta terra, assim como pela explosão mal explicada de "Tungusca", na Sibéria central, em 1908. Não foram encontrados meteoritos nem crateras que comprovassem explosão de meteoro. Seria também pelos sprits, Elvis, (raios superiores à nuvens), pelos fenômenos lunares transitórios (clarões lunares), criar magnetáris, pelas rochas magnetizadas da lua, que é atualmente um mistério chamado de "dynamo lunar". Seriam também responsáveis pelas bolas de fogo (ou bolas de luz) ou relâmpagos globulares. Estas bolas de luz, são sensíveis à campos magnéticos.
        Existem fotografias de queda de raios, em que aparecem, por frações de segundos, dezenas de bolas de luz no ambiente.
     Só que, com raios gama a permanência destas bolas é bem maior. Isto, às vezes, é confundido com OVIN's. Veja também os casos registrados na bíblia e em lendas antigas. Veja o artigo que fala sobre bolas de fogo ou bolas de luz (exemplo: Mistério das bolas de fogo próximo de ser elucidado). 

       Poderia ser responsável também, pela "explosão da baleia (cachalote), em Taiwan". Casos como: OVIN's  (ufo), nevoeiro eletrônico (apelido dado a uma energia misteriosa e muito forte que foi detectado, quando um piloto atravessou o triangulo das bermudas), aconteceu também em "Caneto na Itália", acidentes aeronáuticos misteriosos não explicados convenientemente, danificando bussolas, computadores, instrumentos eletrônicos, causando descontrole das aeronaves, interferindo na mente das pessoas (ex: talvez o vôo da aeronave 447 da air France em 2009 e outros). Pode acontecer também, casos de acessos de loucura com pilotos de embarcações, aeronaves etc. Afetam o celebro de pessoas e animais. Acidentes de transmissão de energia elétrica (apagões), acidentes ocorridos no triangulo do dragão, terremotos, o caso da morte mal explicada de Jeannie Saffin, que sofreu combustão espontânea em frente à testemunhas, que notaram um clarão de luz azul, vindas do céu, antes do incêndio. Neste e em outros casos parecidos, a combustão espontânea se deu de dentro para fora do corpo, preferencialmente nas gorduras corporais e também o caso de mutilação de animais. Tudo isto sugere que se trata provavelmente de micro-ondas, provenientes de raios gama e talvez antimatéria (o que provocaria uma explosão de energia). 

          Estes raios atravessam paredes sem deixar vestígios, são feixes concentrados, de diâmetro e intensidade variados e não fazem barulho como os raios atmosféricos e não dependem das condições atmosféricas. Veja na internet: “combustão espontânea”.

      Veja também o caso que apareceu no dia 4 de maio de 2007 na aldeia de kurmagram, no estado indiano de bengala ocidental. Foram encontrados cinco elefantes mortos de maneira misteriosa, agrupados em uma clareira, próximo de um rio. Eles estavam com os corpos chamuscados pelo calor, olhos congestionados, sem marcas de raios pelo corpo e não foram envenenados. Veja na internet: "misteriosa morte de cinco elefantes em  bengala ocidental".

         O caso da “Morte de peixes no rio acre”, não deixa dúvidas. Abriram um ainda vivo, agonizando e descobriram queimaduras internas. Isto só pode acontecer com micro-ondas. Enviado por "Altoacre notícias em 26/07/2010". Também causou a morte de caranguejos,  criação de ostras, mexilhões, etc. (Veja na internet).

        Aconteceu também com pássaros, rebanho de ovelhas, etc. Veja na internet um caso de morte de pessoas, muito interessante: "Morte na ilha de caranguejo-Fenomenum".

        Veja também o caso do "terremoto do céu" nome dado (impropriamente) ao ar aquecido, acima de 400 graus centígrados, causado por raios gama, que aparecem por poucos segundos e causam queimaduras na grama, e são atribuídas aos OVNI's. Estes gases quentes causam uma região com baixa densidade do ar e isto pode provocar turbulências em aeronaves, mesmo com tempo claro e sem nuvens, como aconteceu com o avião da TAM, em setembro de 2013, num vôo entre o Brasil e Madri.

        O caso do fenômeno das "nuvens perfuradas"(ver na internet), pode ser causado por estas descargas, que aquecem o ar e este ar quente derrete as nuvens, que por acaso estejam a sua frente causando estes buracos nas nuvens.  Este ar quente pode ser responsável pelos círculos de gramas queimadas ou desidratadas. Pode também causar incêndios misteriosos (sem causa aparente).
      Por falar em buracos, se estes raios gama contiverem antimatéria suficiente, ou mesmo antimatéria provenientes do espaço, poderia provocar buracos (crateras) circulares no solo, como acontece em todo o mundo, ou mesmo em outros astros do universo. Veja: "Crateras na lua" e "Não para de surgir crateras gigantes na Sibéria". Há relatos de presença de chamas durante a formação destas crateras (notem a diferença entre uma cratera formada por queda de um meteoro, de raios gama, de um afundamento do solo ou de explosão de uma bomba). Veja também: "luz em marte" (início de uma cratera?) e mudanças inesperadas de pontos brilhantes  no planeta anão Ceres (não seria raios gama iniciando buracos?). Nota: Existem outras explicações para estes fenômenos, que também carecem de confirmações.  
             
Buraco, talvez sendo formados em Ceres 


Buraco na Siberia


 Buraco em Marte
             

                 Veja na internet, como curiosidade : " Assista a um pedaço do planeta se dissolver diante de seus olhos".       
           Talvez seja responsável também pelo caso do lago nyos, em Camarões, na África, sobre a eliminação de CO2 do fundo do lago, pois muitas pessoas apareceram com queimaduras na pele (raios gama concentrados). Também da eliminação de hidreto de metano do fundo do mar no triângulo das bermudas, provocados, talvez pelas descargas de raios gama ou vulcão, provocando bolhas na água, diminuindo sua densidade e ser responsável por afundamentos de navios (pode ser também devido a ondas gigantes ou ondas turbulentas), abandono de embarcações e de barracas de acampamentos, devido a queimaduras no corpo e interferência nas mentes das pessoas. Veja: "Telescópio brasileiro fraga explosões solares em frequências inéditas".  

      Deve ser responsável pelos ruídos sonoros (explosões esporádicas na atmosfera sem motivos aparentes), apelidados de "Canhão Leucênico". Veja na internet: "explosões misteriosas". 

     Tem muitos mais casos não catalogados. Várias pessoas relatam que sofreram queimaduras por luzes estranhas vinda do céu. Veja na internet: "mistério na ilha de colares, Amazônia".  Neste caso parece que foi varrida por feixes de raios gama, provenientes de quasares, galáxias, magnetáris, etc. Talvez raios gama de mais baixa intensidade, provocando morte em duas pessoas. Infelizmente não consta que foram feitas autópsias e não se sabe o estado de saúde dos sobreviventes (principalmente a saúde mental), pois os raios gama podem afetar o cérebro e causar ilusões de abdução, viagens no tempo, etc. Sabe-se apenas que o capitão Holanda (comandante da operação "prato"), apresentou problemas mentais em 1997 e apareceu morto (suicídio?). É necessário que se analise este caso sobre este novo aspecto científico. Caso semelhante aconteceu em "Caneto", na Itália. O caso de encalhes de baleias, golfinhos e outros, nas praias, podem ser atribuídos a estes raios cósmicos (afetam o cérebro) e pode até provocar surtos de loucura como em pilotos de aeronave, de transportes marinhos, habitantes de barraca, etc.
      Uma câmara de segurança fez um  vídeo na indonésia, que poderia ser uma descarga de raios gama. Veja: “suposto anjo aparece em praça na indonésia”.   
             
           É lamentável, mas parece que o original deste vídeo foi alterado (apelo religioso?).


                             VÍDEO retirado (copie e cole).



                                    Anjo não provoca rachaduras no solo 

      Se você quiser, poderá encontrar mais detalhes em outros vídeos, como rachaduras no piso, filmagem com câmara térmica etc.

        Pode ser que seja responsável também pela aparição de vida na terra e pelas transformações nos seres vivos (modificações no DNA), etc. Especulando um pouco mais, podemos dizer que também seria capaz de ter explodido o nosso sol, parcialmente, lançando no espaço um anel de matéria que mais tarde daria origem aos planetas.


        Dizem que estrelas velhas e super massivas entram em colapso, implodem e geram buracos negros. Como foi dito, isto seria destruidor para o universo. Quando uma explosão deixa como consequência uma nebulosa, acredita-se que foi uma estrela que explodiu e quando não, foi um buraco negro. Além do mais, existem estrelas velhas e gigantescas que não desabaram sobre si, ao passo que estrelas menores e mais jovens já desapareceram. Isto não faz sentido. Veja na internet: "estrela magnética desafia teoria dos buracos negros", ou seja:
     em 18/08/2010, foi publicado que os astrônomos europeus mostraram, pela primeira vez, que uma estrela magnética se formou a partir de uma estrela com pelo menos 40 vezes a massa do sol. O resultado desafia as atuais teorias da evolução estelar. Até então se acreditava que uma estrela com massa desta magnitude deveria virar um buraco negro. Veja o caso de uma estrela que se transformou em um diamante de 10 bilhões de trilhões de quilates. É isso que deveria acontecer com uma estrela que desabasse sobre si e não se transformar em um buraco negro ou explodir. Não vejo lógica nisto. O universo é lógico.

         É provável que quando uma estrela jovem ou velha seja atingida por raios gama, ela exploda, transformando-se em nebulosa. Quanto mais velha é uma estrela mais chance tem de ser destruída, devido ao tempo que ficou exposta. Entretanto existem estrelas que parecem mais velhas que o universo e continuam inteiras. "Isto pode significar que estamos errados e que as teorias que conhecemos precisam ser revisadas" declarou Avishay Gay Yam, do instituto Weizmann de ciência, em Israel, sobre a explosão de uma estrela junto com a teoria. Veja na internet: "explosão de uma estrela junto com a teoria".  Estas descargas devem conter também antimatéria que causaria uma grande explosão ao se chocar contra a matéria.
        Quando um objeto de massa gigantesca se contrai, sua rotação aumenta vertiginosamente. É o caso de pulsares, estrelas que tinham milhões de quilômetros que ao receberem uma descarga de raios gama, provavelmente se enchem de energia, aumentam em muito sua rotação e explodem. 
         Veja na internet: "Por que nossas supernovas não explodem?" Não vejo porque uma estrela que se condensa pela força de sua gravidade deva explodir. Ela pode se condensar e até mesmo se tornar uma estrela de nêutrons ou diamante, mas explodir por este motivo não vejo lógica. Se fosse assim, poderíamos explodir matérias usando-se uma prensa gigantesca (não se falam em criar mini buracos negros?). Existem corpos celestes solitários, gigantescos, apagados e frios, vagando pelo universo como buracos negros planetários ou estelares e isto poderia ser o fim das estrelas que não explodiram. Esses buracos negros captam matérias do universo a medida que caminham no espaço e vão aumentando de tamanho. Podemos notar uma atmosfera muito densa à sua volta e ou uma camada de poeira cósmica. Estes buracos negros, quando se aproximam de uma estrela, suga esta estrela, colocando seus magmas num disco em volta de seu núcleo. esta carga extra de matéria, aumentam em muito a rotação deste núcleo e provoca sua explosão.


         São esses buracos negros que podem explodir ao se chocarem com outros astros do universo (veja a nebulosa IC4406). Ao que parece, foi um choque entre dois corpos sólidos ou semi sólidos.  Veja na internet: "astrônomos descobrem uma nova classe de buracos negros". Por que existem tantas diferenças na aparência entre as explosões de supernovas? Deveriam seguir um padrão próprio. 
         Estamos numa zona privilegiada do universo, isto é, afastado dos raios gama mais perigosos do espaço extra universo e longe das radiações do centro da galáxia. Esta região do universo e da galáxia é propícia para a vida.

  
         Em 1985, foi observada, pela primeira vez, uma super nova de 140 anos de idade, pelo professor de física, Stephen P. Reynolds da universidade estadual da Carolina do norte, nos EUA. Esta observação sugere que não são só estrelas velhas e ou massivas que explodem. Há pouco tempo foi descoberta uma espécie de bolha cósmica (como bolha de sabão), provavelmente explosão de uma estrela recém nascida. A meu ver, uma nebulosa originada de uma estrela jovem tem um aspecto limpo e esférico, com possibilidades de desaparecer mais rápido; já o originado por uma estrela velha, apresenta-se disforme e sujo, como as nebulosas da formiga, olho de gato, ampulheta, hélice, etc., pois apresentam mais matérias complexas em seu interior. Não são só estrelas que podem explodir; planetas e buracos negros planetários (ou estelares) também podem sofrer estes danos. Veja o que foi publicado em 12/10/2010 por newsletter@sciencedaily.com: "Uma estrela gigante de uma galáxia distante, recentemente terminou a sua vida envolta com um pó em vez dos típicos bangs". Note que a nebulosa "IC4406", com uma aparência de um quadrado e muito densa, tem um aspecto de que era um corpo sólido que explodiu. Veja na internet: "Descobertas explosões escuras de raios gama".

       Foi publicado em 5/3/2010 em ciência hoje, um artigo que diz: nebulosas de estrelas jovens descobertas na constelação de “Orion” -- o european southern observatory apelidou-a de “morcego cósmico”.

         Estas descargas (raios gama) cuja temperatura  chega a uns poucos trilhões de graus centígrados, se comportam como raios, penetrando fundo no universo, mas raramente chegam com perigo ao nosso planeta. Nem todas as explosões de raios gama, provocam estas catástrofes. Muitas delas, as de mais curta duração, são apenas descargas eletro magnéticas normais que não encontraram um grande obstáculo a ponto de impedir seu trajeto, ao centro do universo. São, portanto dois tipos principais de supernovas: nº 1 e nº 2 (existem outros), dependendo do que for encontrada a sua frente. O satélite Beppo,em 1977 foi o primeiro a observar que os GRB's longos, acontecem na direção de galáxias, sugerindo que encontraram um corpo celeste. Nossa galáxia está situada a uma distancia segura dessa irradiação extra universo. No passado esteve mais próxima. Isto seria um impedimento para a vida em galáxias distantes (periferia).

       Recentemente a NASA detectou um forte som no espaço profundo, que desafia crenças ou qualquer explicação, segundo Alan kogut, do centro espacial Goddard, nos EUA. Eles não sabem a origem deste estrondo. Segundo explicações, eles esperavam ouvir um fraco som da radiação de fundo e ouviram um estrondo seis vezes maior que o esperado. Isto, em minha opinião, é o ruído de uma descarga de raios gama, que por coincidência foi direcionado para o detector e foi registrado pela primeira vez. Mais detalhes no Google, em: "mais mistérios na cosmologia" e "NASA mais mistérios na cosmologia".

      Capitulo - 8


    Bóson de higgs 
    Buraco negro (grávitons)
    Matéria escura



           Acharam um boson em dezembro de 2012. Seria o boson de Higgs? Pode ser um similar. O boson de higgs foi uma das grandes motivações para a construção do LHC. Encontrá-lo seria uma grande justificativa para a despesas feitas. Será que não foi isto que aconteceu? Para mim que penso diferente, ainda não detectamos o boson de Higgs. Este seria uma energia e não uma partícula. Foi publicado em julho de 2014: "Pleier disse. O sinal ainda não é forte o suficiente para reivindicar uma descoberta definitiva". "Nos não sabemos todas as boas observáveis no momento" Só espero que não se interprete errado, como  no caso do ruído cósmico de fundo (CBR). Veja o que foi publicado em janeiro de 2017: Boson de Higgs: Físicos agora falam em "aparente descoberta". Está sendo desmentida a sua descoberta e estão à procura de outro boson de higgs.
     
       A energia eletro magnética que geram os raios gama (primeira força básica da natureza), provoca uma interação, entre a energia e a matéria, que faz surgir à força nuclear forte, que serve para unir fortemente as partículas e a força nuclear fraca, responsável pela instabilidade das partículas, como decaimento, radioatividade, etc. Estas duas forças são a 2ª e a 3ª forças básicas da natureza, responsáveis pela criação da matéria e da gravidade (a quarta força básica da natureza). São criados aí, os raios cósmicos. Estas partículas atômicas viajam em altas velocidades pelo universo. Esta condição de campo elétrico, campo magnético, vácuo e alta temperatura (descargas eletromagnéticas), a meu ver poderia ser um dos motivos para o surgimento do bóson de higgs, o campo que dá origem as partículas com massa. É assim que a teoria padrão define o boson de higgs (uma partícula que dá massa às outras partículas). Se é assim, o que dá massa ao boson (partícula) de higgs?
        Seriam três condições para que uma energia agisse como matéria e causasse mistérios. Seriam elas: a força gravitacional do centro do universo; uma energia responsável pela ilusão da matéria escura (será mostrado a seguir). A energia gravitacional de uma galáxia, que seria o buraco negro (aparentemente maciço sem ter massa) com seus supostos grávitons. Seria um centro oco,  com uma forte rotação, uma força gravitacional e magnética e o spin de uma partícula subatômica, que seria o bóson de higgs, uma energia que agiria como uma força gravitacional eletro magnética ou gravidade quântica  que daria massa (gravidade) às partículas. Bóson de higgs, matéria escura, buracos negros, seriam a mesma coisa em escala de tamanhos diferentes.

     Bóson de higgs - Gravidade quântica
     Buraco negro - Gravidade galáctica
     Matéria escura - Gravidade do universo.

       Com o surgimento da segunda e terceira forças básicas da natureza, surgiu a matéria e portando a gravidade quântica (boson de higgs) e depois a gravidade clássica.


       Agora sim, temos a matéria primordial; matéria sem antimatéria. Não existe a paridade neste caso. O universo não nasceu da desintegração de um átomo. É disto que nosso universo é feito; só de matéria; não adianta procurar antimatéria em nosso universo porque ela não existe normalmente. Existe sim, no horizonte de eventos na periferia dos buracos negros (nas galáxias), onde existem colisões entre partículas de alta energia c²=e/m por alta rotação (um LHC natural) e isto geraria também "antimatéria" como as descargas de raios gama (ainda não comprovado). Esta antimatéria desapareceria em contato com a matéria existente no universo, logo que é produzida e é emitida em forma de jatos de energia pelo horizonte de eventos (falta comprovação). Falaram ha pouco tempo que foi descoberto um cinturão de antimatéria ao redor do planeta terra (este absurdo ainda carece de confirmação). Matéria convivendo com antimatéria é coisa impossível de acontecer; só se a antimatéria for confinada em um ambiente especial. O campo magnético da terra também abriga matéria espacial, não entendo como isto é possível.


         Criada à massa, surge à gravidade; a quarta e ultima força básica da natureza. Assim, foi responsável pela aglutinação das partículas recém-formadas no universo. Não existiu a superforça. 

         Com a gravidade surgiram: a matéria, as estrelas, os quasares, as galáxias, os buracos negros, os planetas, os asteróides, os cometas, os meteoritos, o movimento giratório e com isto a força centrífuga, responsável pela modificação do formato das galáxias e do universo.


         No interior do universo, uma grande parte destas micro partículas livres se uniram para formarem partículas cada vez maiores, até chegarmos aos quarks, que se uniram para formarem prótons e nêutrons, que se associaram aos elétrons, dando origem aos primeiros átomos. O próton se uniu ao elétron dando origem ao átomo de hidrogênio; o verdadeiro átomo primordial. Este átomo é o mais abundante na natureza. Deste ponto em diante conhecemos toda a história, mas não custa recordar. Para isso faremos um breve comentário: o átomo de hidrogênio é tido, aqui, como átomo primordial, porque ele é o mais simples dos átomos, com apenas um próton e um elétron em sua órbita, sendo um dos primeiros átomos a se formarem na natureza e em grande quantidade. Uma nuvem destes átomos, quando adquire certo volume, a força da gravidade atua e concentra este gás em um núcleo que se aquece a milhares de graus centígrados e formam as estrelas. Esses sóis fundem o hidrogênio no interior de seus núcleos transformando-o primeiramente em hélio, depois em carbono e em todos os átomos existentes na natureza e assim, responsável por tudo que existe no universo, inclusive a vida. É isto que diz a teoria padrão, mas pode não ser verdade. As matérias pesadas são produzidas na periferia do universo com os raios cósmicos (ver início no capítulo 7).

     Capitulo - 9


     BURACO NEGRO



         As estrelas se formam e se atraem, formando um aglomerado de estrelas. As estrelas deste aglomerado possuem movimento de rotação e translação, como consequência natural das leis do universo. Pode ser comparado a peixes girando, formando um cardume esférico.

          As estrelas se formam devido à concentração de gases e partículas, mesmo no interior das galáxias. 

        A força de gravidade de cada estrela interage entre si, e interfere no somatório geral do aglomerado, dando a este, uma aparência de super maciço sem ter massa. É apenas um espaço vazio denominado buraco negro com grande força centrífuga e uma grande força centrípeta (gravidade). O centro de gravidade de um corpo é o somatório das gravidades de todas as partículas que compõem este corpo e um aglomerado de estrelas ou uma galáxia pode ser comparado a um corpo sólido, neste aspecto. Aí surgem as dúvidas: por que gira? Qual o sentido de rotação? Tudo isto é devido à força gravitacional. Não entraremos em detalhes. Isto não tem o menor interesse no momento.

           A força de gravidade, maior no centro, faz este centro girar com velocidade maior e arrasta o restante do aglomerado de estrelas. Esta rotação faz o aglomerado se achatar pela força centrífuga, inclusive o buraco negro, transformando-o em galáxia e o movimento giratório, mais intenso no centro, faz surgir um vazio devido à força centrífuga. Deve ficar com um formato de um disco. Este centro, totalmente oco é denominado buraco negro, aparentemente massivo sem ter massa (no caso do buraco negro galáctico). Isso também gera um campo magnético que pode influir no fóton e causar a escuridão do buraco negro. Seria como as manchas solares (manchas escuras do sol) que são provocadas pelos campos magnéticos do sol. Já sabemos que o fóton tem magnetismo. O olho de um furacão também é visto escuro. Quanto maior a rotação, maior será a força magnética, maior será a força centrífuga e a centrípeta,  maior será o desvio da luz, mais forte será a escuridão e a gravidade. 
       A força centrífuga empurra as matérias da borda do buraco negro em mais alta rotação contra as matérias a sua frente, em mais baixa rotação, causando um choque entre matérias (horizonte de eventos) que se desintegram e se transformam num jato de gases, energia e matérias que são enviados para o espaço (um LHC natural). Aí sim, existe a paridade. Isto é mais intenso enquanto este astro ainda for recém formado (um quasar) e é atenuado a seguir. Enquanto a periferia do buraco negro, não atingir um equilíbrio ou uma velocidade correta em relação ás estrelas da galáxia; as matérias continuarão se chocando, se desintegrando gerando "antimatéria" e emitindo jatos de gases e energia para o espaço (c²=e/m). Mesmo em equilíbrio, emitem uma névoa de raios gama e raios x (em forma de grandes bolhas), como acontece com a via láctea. Os buracos negros crescem, conforme aumenta a velocidade de rotação destes buracos negros, seja: por aumento da massa (canibalismo) ou aumento da galáxia (pode ser por choque de galáxias). A força de gravidade é uma energia eterna, que pode fazer girar um buraco negro, eternamente, fazendo da galáxia, um moto contínuo, da mesma forma que a energia eletro magnética cria a matéria eternamente. O choque entre dois buracos negros galácticos é semelhante ao encontro de dois furações.

         Se você cair no centro de um buraco negro será girado a uma velocidade muito grande, se despedaçará e seus pedaços serão  arremessados, pela força centrífuga, em direção ao horizonte de eventos. Serão desintegrados e enviados para o espaço em forma de jatos de luz, matéria e energia.

           A luz sai sim de um buraco negro. A gravidade não impede a saída da luz. Esta é impedida pelo campo magnético do centro do buraco negro, que desvia a luz, como as manchas negras do sol. Se impedisse, as maiores estrelas do universo não seriam tão brilhantes. A estrela RMC 163a ou R163, a maior estrela que se conhece, é azul e tem o maior brilho entre todas que conhecemos e se a gravidade impedisse a luz de sair deste astro, ele deveria ser amarelo ou vermelho e não deveria brilhar tanto. O mesmo seria para as estrelas de nêutrons, com fortíssima gravidade, não seriam tão visíveis, quanto são. 

          A força gravitacional de um buraco negro é mais intensa na periferia, devido sua alta rotação. O formato do buraco negro galáctico não é esférico e sim achatado.            Outro tipo de buraco negro seria o formado por corpos celestes mortos, planetas errantes, estrelas de neutros, etc. Sem a suposta singularidade. Pode até atrair poeira cósmica, gases, detritos espaciais, estrelas e transformar-se numa galáxia com núcleo esférico e maciço. Este tipo de buraco negro pode até explodir por excesso de rotação. Foi publicado em 21/06/2013 um artigo que diz: "Poeira ejetada de buraco negro desafia teorias" e "Energia de buracos negros gera estrelas, aponta artigo". Este artigo publicado recentemente vem confirmar minhas suspeitas. Outro artigo que deve ser lido, é:"A menor galáxia conhecida com um buraco negro supermassivo" (publicado em  17/09/de 2014). Veja também: Buraco negro "peladão" é descoberto correndo pelo universo (publicado em 4/11/2016). Como foi provado por estudos recentes, não existem buracos negros de tamanho médio. Ou são excessivamente grandes como os galácticos, ou pequenos como os planetários que são massivos e quando adquirem um disco galáctico, crescem muito e explodem por excesso de rotação.
        No caso de magnetáris, pulsares e outros, podem ser uma explosão incompleta de uma estrela que deixou um resíduo de escombros cósmicos que giram em torno de um centro gravitacional em altíssima rotação e se comporta como um buraco negro galáctico, talvez sem condições de formar um disco galáctico ou transformar-se em um quasar e lança jatos de energia para o espaço (pura especulação minha). 

        Quando dois ou mais corpos celestes se atraem eles podem criar um centro de gravidade virtual entre eles e giram ao redor deste centro. Isto, não quer dizer que corpos celestes girando ao redor de um ponto invisível, estejam girando em torno de um buraco negro. Pode ser que seja apenas um centro de gravidade virtual, criados por eles. Outro exemplo de centro de gravidade virtual é o centro de gravidade de um corpo em forma de anel. Veja na internet: "NASA coloca sondas espaciais orbitando lugar nenhum". 
            Quando dois buracos negros galácticos se fundem, não provocam uma explosão e sim um aumento deste centro oco. Já os planetários explodem, porque são massivos. 
           Outro ponto importante é dizer que a densidade de um buraco negro tende para o infinito (singularidade). Isto contraria as leis da física e dizer que o tempo "para" em seu interior é prematuro; o tempo não "para" nunca (a singularidade não existe).
       Ainda se supõe que um choque entre buracos negros galácticos, causaria uma explosão que provocaria uma onda gravitacional no universo e poderá ser detectada, como também se pretende detectar a grande explosão do big bang, só que até hoje não se conseguiu detectar nada. Tudo isto, em minha opinião, é só especulação. O buraco negro galáctico não tem matéria em seu interior; tem uma forte força gravitacional e tem um campo magnético perpendicular à galáxia, exatamente como o   universo. (estou comparando o universo a uma gigantesca galáxia). 
          Este campo magnético do universo poderia interferir na luz das estrelas e fazer com que fique mais escuro (vermelho) e causar a ilusão da energia escura e especulando um pouco mais, ainda poderia ser também responsável pelo fluxo escuro, quando, uma região do espaço é vista da terra, através do campo magnético da via láctea. 
     Isto pode estar longe de ser verdade, mas é apenas uma opinião, até que se consiga uma explicação mais lógica.

        Não é possível que uma estrela, que tem certa gravidade, aumente esta gravidade após se transformar num buraco negro. Pode acontecer que reduza seu volume, mas a gravidade permaneça no máximo, a mesma. Isto só seria possível se aumentasse, em muito, sua rotação. Pode até explodir. Isto é mais lógico.

         O buraco negro é outra coisa que sofre muitas interpretações e especulações. Existem pessoas que acreditam que todo buraco negro é composto por um corpo sólido, esférico e com muita massa. Existem outras que supõem que se pode formar um buraco de minhoca e até ser possível viajar no tempo e para outros universos, etc. Tudo isto são apenas especulações, não se tem comprovação de nada. Temos que ter muito cuidado para não se deixar levar para o lado religioso ou sobrenatural, devido ao fato de não se entender o universo. 

        Nós habitamos uma região próxima a um buraco negro que é o centro do universo. As galáxias mais antigas estão no centro do universo. 


     Quando se encontram resquícios de explosões de supernovas, se supõe, atualmente, que foi de uma explosão de estrela; caso contrário foi de um buraco negro. Outro fenômeno correlacionado é o caso observado em anéis de metal, em que existe uma pequena corrente elétrica circulando continuamente em seu interior. Existe, portanto um fenômeno observado em centros ocos, que causam estranhas interferências, como por exemplo, a vibração de um elétron colocado em seu centro, o comportamento estranho do hélio líquido colocado em seu centro ou numa bacia, etc. 
      Compare agora esta explicação aqui apresentada, sobre buracos negros e a explicação clássica sobre este mesmo assunto. Para começar, a explicação é feita, usando-se a mecânica quântica. Esta explicação é muito complicada, não esclarece nada, deixa muitas dúvidas e se baseia em interpretações duvidosas (revista scientific american edição especial nº 41, pag.61).
     Frase de Einstein: "Todas as coisas devem ser feitas de forma mais simples possível, porém não mais simples que o possível".

       Tudo isto é só a minha opinião e pode ser descartado, porque quase tudo é especulação no universo; além do mais, muitas coisas escritas aqui ainda não foram comprovadas.
          Temos que ter uma coisa em mente: nada é definitivo no universo. Tudo muda. O que se diz hoje pode ser diferente amanhã. É assim que a cosmologia evolui.

        Atualmente está se usando a teoria quântica para se tentar explicar segredos sobre o buraco negro, ainda não se conseguindo resultados satisfatórios.

         Nem toda matéria primordial seguiu a evolução normal até o átomo de hidrogênio. Muitas destas matérias ficaram estáticas em várias fases desta evolução, ocupando o espaço intergaláctico do universo; assim como muitos átomos de hidrogênio que não se transformaram em estrelas, poeiras cósmica e matérias complexas, lançadas por explosões de estrelas. Isto altera a densidade do espaço e causa interferência no fóton.

          O processo de criação do universo não cessou; continua acontecendo descargas eletromagnéticas (raios gama) e a produzir matéria de vários tipos, na periferia, indefinidamente.

       As galáxias crescem se alimentando de gases e poeira cósmica de sua periferia; isto foi publicado em 14/10/2010, por newsletter@sciencedaily,com. Isto está sendo atribuída à formação de matéria escura.


     O universo também cresce, absorvendo matérias recém formadas na periferia do universo.

        As descargas eletromagnéticas na periferia do universo produzem uma larga gama de irradiação do espectro eletromagnético, como “raios gama” com descargas super potentes em pontos aleatórios do universo, gerando campos magnéticos muito intensos, raios x, ondas de rádio, neutrinos, uma quantidade enorme de fótons e estes fótons podem gerar partículas e, portanto, matéria. As matérias muito energéticas geradas com estas descargas, como as magnéticas (ferro), são arremessadas com violência pelos campos magnéticos fortíssimos e seriam os raios cósmicos, alguns deles de altíssima energia. Veja na internet: "Os raios cósmicos formam matérias pesadas que abastecem as galáxias da periferia do universo".
          Segundo o físico Gustavo Medina Tango, do instituto de astronomia atmosférica da USP: acredita-se que as partículas muito energéticas poderiam ser aceleradas pela ação de campos magnéticos muito intensos, em grandes regiões do espaço, mas são poucos os objetos cósmicos conhecidos que preencham tais condições (até agora). Artigo extraído da revista Galileu nº 160 de nov. De 2004 pg. 58. Para maiores detalhes, sugiro a leitura da revista scientific american ano 6, nº68, de janeiro de 2008. - universo extremo, pg. 44.

         Essas descargas eletromagnéticas (raios gama) são responsáveis pela criação da matéria e pelo ruído de fundo detectado por Arno Penzias e Robert Wilson (coco de pombo) e atribuído erradamente, a meu ver, ao eco do big bang.

       Estes raios gama aquecem o espaço a trilhões de graus centigrados e formam o plasma que é confundido com o eco do big bang. Este calor está sendo emitido há bilhões de anos e continuará para sempre.

I     Isto foi apenas uma coincidência. Procuravam por uma radiação e se encontrou outra igualmente satisfatória, que nos enganou por décadas. Essa irradiação permanece até hoje em atividade e para sempre. Veja na internet: "lado escuro do universo é posto em dúvida por astrônomos".
     A NASA está fazendo estudos atualmente, sobre esta radiação cósmica de fundo.Veja na internet: "nuvens de pó frio rodeiam nossa galáxia" e "plank revela primeira luz do universo".               


       Acho que seria impossível detectar o eco do big bang agora. Seria como querer detectar agora, o eco da explosão nuclear ocorrido no Japão, durante a segunda guerra mundial. Isto só seria possível, hoje, se o observador estivesse a cerca de setenta anos luz de distancia da terra. Se ocorrer uma explosão numa determinada região, não mais será possível observar esta explosão desta região em um tempo futuro e sim somente seus efeitos deixados no local. A via láctea está localizada bem próxima do centro do universo, onde teria ocorrido o suposto big bang.


        Em uma explosão como a do big bang, a parte central seria mais quente que a periferia, que se resfria rapidamente e se não temos nenhum sinal deste aquecimento, no centro do universo, e se esta periferia estiver aquecida, por bem mais de “15 bilhões de anos”, não podem ser atribuídas ao eco do big bang e sim aos resquícios das descargas eletromagnéticas sugeridas aqui (é tudo uma questão de interpretação).

      O universo cresce continuamente, por acreção de matéria recém-formada na periferia, como em uma implosão contínua, ou como uma galáxia. As coisas mais antigas estão no centro, enquanto as mais recentes estão na periferia, como acontece com as galáxias (isto é repetitivo no universo). Não existiu a expansão do universo. Os buracos negros destroem a matéria, transformando-a em energia que é compensada pela criação de matéria em dose maior, nas bordas do universo. Com isso, o universo está em constante criação e destruição (se transformando). É girante e continua ativo indefinidamente; é eterno --- teve um início e nunca terá fim --- é alimentado por energia eletro magnética infinita, proveniente do espaço extra universo, também infinito. Existe, portanto, uma eterna transformação de energia em matéria (m=e/c²).    Tudo o que existe no universo, foi gerado pela energia eletro magnética, portanto, nós não somos poeira das estrelas e sim oriundos da energia eletro magnética do espaço extra universo (até agora).

      Com este novo pensamento, acredito que muitas dúvidas cosmológicas serão sanadas, como aparentemente sanei algumas delas e também será possível fazer algumas correções ou acrescentar estas e novas idéias em outras teorias mais lógicas.
     Frase de Einstein: o único homem que está isento de erros, é aquele que não arrisca acertar.  


       A idade do universo tem que ser repensada.

       Nada impede a existência de outros universos, assim como outras galáxias, sistemas planetários, etc.
  
       Quanto às palavras em destaque como: matéria e antimatéria, raios cósmicos e bóson de higgs, sugiro ver artigo da revista Galileu n°160, de nov. De 2004 pag. 57. Estes itens continuam sem solução, até agora (talvez).
        As quatro forças básicas da natureza, pelo visto, nunca estiveram unidas em uma única força (a super força), como diz a teoria padrão e sim, foram oriundas da força eletro magnética, como exposto.
       Como este modelo de teoria, é baseado em muita especulação, sugiro descartar os itens que discordar e só se concentrar na parte mais importante que é: a criação do universo e o que existia antes.

        Nota: tudo isto que acabamos de ler, é só a minha opinião de acordo com a minha interpretação dos fatos. Tudo isso precisa ser comprovado. Talvez seja apenas mais umas das teorias apresentadas, como por exemplo: a teoria das cordas, estado estacionário, teoria M e outras. O importante é participar com novas idéias, a fim de decifrar este mistério tão antigo quanto à humanidade.

     Se esta proposta for comprovada, concluiremos que, para termos as partículas iniciais da formação da matéria, não é necessário o uso do acelerador de partículas (LHC) e sim uma descarga eletro magnética, de onde estas partículas são oriundas. As partículas obtidas pelo LHC, talvez não sejam as mesmas geradas pela descarga eletromagnéticas, pois uma é proveniente da desintegração da matéria e a outra é da criação da matéria. Se isto for verdadeiro, a física de partículas terá que ser revisada. 
       A energia e a matéria escuras, a exótica, a força cosmológica, etc., talvez possa ser abolida de vez. Muita coisa pode mudar. Não estou querendo provar nada; apenas mostrar outro caminho para solucionar este mistério que é o universo.

    O problema da expansão ou contração do universo, só poderá ser percebido corretamente, por um observador do lado de fora do universo. Se estiver do lado de dentro, que é o nosso caso, ele terá dupla interpretação, porque não terá um ponto fixo de referencia. Este é o caso de dois trens parados em uma estação. Se um deles começar a andar e, estando você dentro de um deles, não saberá qual está andando e qual ficou parado; após aparecer a estação, como fonte de referência, saberemos a verdade. Se o universo estiver sendo visto pelo lado de dentro, você não saberá se ele está se expandindo ou se contraindo. Se existiu o big bang, vai parecer que está se expandindo; mas se não existiu o big bang, ele deve estar se contraindo. Sendo assim, tudo parece bem mais claro. Sabemos que a via láctea está em desabalada carreira, sendo puxada em direção ao grande Atrator Vigor. Se você tomar como referencia as galáxias atrás da via láctea, você verá que elas estão se afastando cada vez mais rápidas da nossa galáxia, porque alem de estarem recebendo uma atração menor do grande atrator vigor, estão girando no universo em uma órbita maior que a da via láctea. É como os planetas em torno do sol; quanto maior a órbita, mais lento parece girar e mais se afastam de nos. Isto é exatamente a expansão acelerada do universo como é vista agora e não indica que o universo está em expansão e sim em contração. É tudo uma ilusão de ótica. Se isto se confirmar muda tudo. O universo está se contraindo e crescendo, exatamente como uma galáxia. Isto confirmaria tudo que eu digo desde 2007.
  

     Frase de Einstein: "Toda a nossa ciência, comparada com a realidade, é primitiva e infantil. É, no entanto, é a coisa mais preciosa que temos".

    Capitulo - 10


-     Matéria Escura.

        Sem a matéria escura, as galáxias seriam arremessadas para o espaço. Sem os buracos negros, as estrelas seriam arremessadas também e sem o bóson de Higgs (gravidade quântica), as partículas se dispersariam e não formaríamos os átomos. 


      Os átomos e tudo o mais, não teriam massa. A gravidade é importante nos três casos.


         Matéria escura é uma forma de matéria que só interage gravitacionalmente. Como foi dito acima, a gravidade de um corpo é o somatório das gravidades de todas as partículas que compõem este corpo. Assim, o centro de gravidade de um átomo (boson de higgs), seria o somatório das gravidades de todas as partículas e sub partículas que fazem parte deste átomo. 
       Podemos ver também que o centro de gravidade de uma galáxia (buraco negro) é, grosso modo, o somatório das gravidades de todas as estrelas que compõem esta galáxia. O mesmo se aplica ao universo, ou seja: o centro de gravidade do universo seria grosso modo, o somatório das gravidades de todas as galáxias que compõem este universo. Portanto, teremos um fortíssimo campo gravitacional, que agiria proporcionalmente em todas as galáxias, influindo em seu movimento giratório, justificaria a gravidade total dos aglomerados de galáxias e explicaria outros fenômenos correlacionados. Isto seria uma gravidade extra, interferindo na gravidade das galáxias. Assim, seu efeito seria como se fosse uma massa extra, imaginária, denominada matéria escura, que é nada mais nada menos que a força de gravidade do universo e por este motivo não pode ser detectada, pois se trata de uma energia. A força de gravidade do universo está concentrada no centro do universo. Seria como o centro de um saco de batatas. Cada batata tem seu centro gravitacional, mas a soma destes centros gravitacionais seria o centro gravitacional do saco de batatas. Este centro gravitacional do universo, atrai todas as galáxias para este ponto (Grande Atrator Vigor). A gravidade é mais forte no centro do universo e menos intensa na periferia. Este é um dos motivos para que as leis físicas sejam diferentes para cada ponto do universo.


         Esta força de gravidade extra (matéria escura) pode ser usada para, talvez, tentar explicar o caso do "efeito casemir".

         Agora, aparecem astrônomos dizendo que a matéria escura pode não existir. Isto foi citado no "boletim eletrônico em inovações tecnológicas", no dia 30/11/09, sob o título de: “a lei da gravidade revisada pode dispensar a matéria escura”. 
       Foi  publicado em 15/03/17, por Science Daily: "Matéria escura menos influente nas galáxias no universo primordial". Neste artigo fala que galáxias afastadas 10 bilhões de anos de nós, sofrem menos efeitos da matéria escura que as mais centrais, ou seja: a matéria escura tem menos gravidade longe do centro do universo. O mesmo ocorre no centro das galáxias, onde a atração e a rotação também são mais fortes. Isto é mais uma prova de que o universo é exatamente como uma gigantesca galáxia. Tem um centro, tem bordas, gira e que a matéria escura é a gravidade do centro do universo. A teoria padrão quer resolver este assunto forçando uso de partículas e até usando os "wimps"(uma partícula  hipotética). Nem tudo são partículas, no universo. Usar partículas hipotéticas é o mesmo que admitir que seja "Milagres dos Deuses". Isto não é ciência. 

 
       Capitulo – 11


-      Energia Escura

     Como não existe a expansão do universo (as galáxias não se afastam para o infinito), também não existe a tal da energia escura. A energia escura, em minha opinião, pode ser devido aos efeitos da poeira cósmica, como explicado acima, ou uma espécie de sub partícula, praticamente invisível, gerada por ocasião da formação da matéria (exemplo: neutrinos, gazes e outros), que aumentaria a densidade do universo e ou efeitos magnéticos, por isso indetectável e que faça parte da poeira cósmica e que filtraria os raios azul e ultravioleta.

     Na época em que se descobriu o afastamento das galáxias pelo redshift, não se conhecia os neutrinos e não se levou isto em conta. Talvez os neutrinos interfiram no redshifts e sejam responsáveis por estas leituras falsas.

      Como podemos observar, não existe a energia escura e temos que arranjar um meio de provar que este redshift é uma ilusão de ótica. Veja em: 
  science daily (1 de fevereiro de 2008) - na universidade de St Andrews os astrônomos acreditavam que o problema da matéria e energia escuras seria resolvido ao mesmo tempo. Isto acaba de acontecer aqui (acredito). O fluxo escuro pode ser uma visão através do campo magnético da nossa galáxia que desviaria o fóton e tornaria esta visão mais escura, daquela área. Pode ser ainda uma região, um pouco maior, sem corpos celestes, etc. 
     Realmente, não sei.


    Frase de Einstein: “grandes almas sempre encontraram violenta oposição de mentes medíocres”.


         Agora tudo parece muito simples e sem grandes mistérios.
     Basta adotar outra teoria da criação do universo e uma nova interpretação dos fatos e tudo parece se resolver.
     Será que estou certo?  Não espero receber elogios e sim críticas e severas, estou contrariando muitos cientistas, teorias estabelecidas e conceitos padronizados. É como a introdução do heliocentrismo, substituindo o geocentrismo. Ainda bem que estamos no século 21.

       Como aconteceu com outros autores, também não verei o final deste debate e acho que esta teoria também não dará em nada. Por este motivo, dispensei cálculos matemáticos, tornando o mais simples possível para ser abandonado em caso de ser descartado este modelo de teoria. Quantos cálculos complexos foram feitos a troco de nada com outras teorias? Acho que mais importante é mesmo a imaginação. A matemática prova qualquer coisa, até mesmo um erro. Não serve para assuntos filosóficos. 
         Realmente, os  cálculos aqui não foram necessários. Pode-se usá-los, se convier, para provar erros desta teoria. Acho mais interessante. Afinal, com tantas interferências neste blog, é um risco colocar formulas aqui. Elas podem ser alteradas facilmente, alem de dar mais trabalho e serem desprezadas por falta de evidências observáveis. 

      Existem teorias que levaram décadas para serem reconhecidas e outras que apesar de serem comprovadas matematicamente não foram aceitas por falta de evidências observáveis. Aqui só foi usada uma fórmula básica (e=mc²) e muitas evidencias com outras interpretações e outra física mais lógica.

     Devo ter cometido alguns erros, como outros também cometeram. No universo, nada é definitivo, tudo pode ter várias interpretações.   


       Muitos erros já foram cometidos e continuam acontecendo. Devem ser necessários alguns ajustes para melhorar este relatório.  A minha principal intenção é mostrar que não existiu o big bang e que o universo não se expande. O resto são detalhes para justificar minha proposta e pode ser descartado, pois não interfere na ideia principal (o nascimento do universo). 


      Frase de Einstein: quem nunca errou, nunca experimentou nada de novo.

    Será que o universo é realmente mais simples do que se imagina? Temos que pensar num universo lógico, simples, com leis lógicas e não complexas e indecifráveis.

       Por que a teoria do big bang é a mais aceita no momento?  Porque ela é a que melhor atende as necessidades, muito embora não possa resolver todos os mistérios do cosmos e se complica demais. 

    Nota - A energia escura poderá ser também, como o exemplo dado no capítulo 1, item 2, no subtítulo: MAIS EVIDÊNCIAS,  onde se fala sobre o nascimento de galáxias (B,C,D,E, etc.) e da contração do universo, comparado a uma galáxia. 
  
    Capitulo - 12
         
-  Conclusão:

     O NADA
        Se você não concordar com alguma coisa escrita aqui, pode descartá-la e seguir o que achar lógico, porque não deve interferir na idéia principal que é: O universo teve sua origem do nada. O nada absoluto não existe, pois se existisse, não estaríamos aqui. Sempre existe alguma coisa para originar outra.

         O espaço vazio é cheio de existências imateriais, portanto o nada seria a inexistência de qualquer coisa palpável (matéria). A inexistência tem uma definição: é a existência de coisas abstratas e ausentes como, por exemplo: a inexistência de calor  (seria o frio extremo), da pressão (o vácuo extremo) e da luz (escuridão extrema), além do espaço, do tempo, das leis físicas, dos infinitos, etc. São coisas não palpáveis que deram origem a energia primordial extra universo. Esta  energia concentrada em um espaço infinito, por um tempo também infinito, acabou gerando um mutante desta energia (a mutação é comum acontecer na natureza), que deu origem a uma centelha (ou uma explosão por antimatéria). que por sua vez deu início a uma super forte “implosão” eletro magnética (raios gama), transformando energia em matéria, (m=e/c²).  Estas descargas uma vez iniciadas, não mais cessaram. O calor da primeira descarga ajudou às descargas eletromagnéticas subsequentes. Acontecem até hoje e para sempre. Foi como se a matéria formada, fosse o pólo oposto da energia extra universo, atraindo as descargas de raios gama, como o planeta terra atrai os raios atmosféricos, formados nas nuvens e dando a impressão de que estes surgiram do nada.



       Assim começou a surgir a matéria que encheu todo o universo. Isto continua acontecendo até hoje e para sempre. Só que estas descargas tornaram-se cada vez mais intermitentes, a medida que após uma descarga, se formava um espaço rarefeito de energia que precisava de um certo tempo para se recompor (suposição minha). Portanto, o universo nasceu de uma centelha que se transformou em uma mega implosão eletro magnética (m=e/c²). Criou-se uma bola de plasma que cresceu continuamente e atingiu atualmente um tamanho descomunal. Hoje estas descargas, que eram continuas (não comprovado ainda) se transformaram em pulsantes a um intervalo de aproximadamente um segundo como descargas de raios gama. São cerca de 30.000.000 de descargas por ano. O universo seria como uma estrela, formando matérias diversas em seu interior. Seria também como uma cópia de uma galáxia. Seu interior se esfriou e o plasma ficou na periferia, mantido pelas descargas eletromagnéticas (raios gama) e hoje é visto como radiação cósmica de fundo ou eco do big bang (ver foto fornecida pelo satélite WMPA). Em seu interior as micro partículas recém formadas foram se aglutinando pela força da gravidade, formando principalmente poeira e gases como o hidrogênio que deram origem as estrelas, que por sua vez originaram os aglomerados de estrelas, que se transformaram em quasares e finalmente em galáxias, caracterizando a entropia (positiva) do universo, justificando toda a matéria existente e o seu equilíbrio térmico (a entropia nem sempre é destrutiva).


      Nada impede que existam outros universos como o nosso, ou mesmo um multiverso ou megaverso (seria  uma continuação, para cima, do sistema de órbitas, como existe o para baixo).

         Em fevereiro de 2007, iniciei este trabalho que foi sofrendo modificações até a condição atual. O blog foi lançado em novembro de 2009, sofreu danos em   março de 2010 e foi recuperado. Isto aconteceu várias vezes. Penso que agora isto não deva mais acontecer (já está muito conhecido, tem cópias em todos os lugares, foi trocado senhas, etc.).

      Frases de Einstein: 1- "a imaginação é mais importante que o conhecimento". 


      2- "pouco conhecimento é uma coisa perigosa, muito conhecimento, também".


    Tanto Einstein pode ter sido vítima deste excesso de conhecimentos quanto eu pelo pouco.

       Este relatório está longe da perfeição, mas é um alerta para a necessidade de se pensar diferente e convidar as pessoas a aperfeiçoá-lo. A fim de evitar que este blog torne-se quilométrico, vou receber comentários pelo meu e mail: albcarcam@gmail.com

       Pode acontecer de um e mail não ser recebido. Insista!


    Após ter escrito meu blog, fui avisado por um físico que o leu e me falou do blog: 
"   www.bigbangneverhappened.org - Fiquei muito contente, pois teria encontrado outro autor que teria a mesma idéia que eu, apenas com algumas diferenças. Acho mesmo que o caminho certo é este (sem o big bang).


         Citarei agora um trecho do blog de Eric j. Lerner.     (é melhor ler artigo original, em inglês) 

        BIG BANG NUNCA ACONTECEU



        Em 1991, nunca meu livro, o big bang nunca aconteceu (vintage) provas, que apresentou a teoria do big bang foi contrariada por observações e que uma outra abordagem, plasma cosmologia, que a hipótese de um universo sem começar ou terminar, muito melhor explicou o que nós sabemos de o cosmos. O livro desencadeou um debate considerável. Desde então, as observações têm apenas confirmado essas conclusões, embora o big bang continua sendo de longe a teoria mais aceita da cosmologia.

  
          Este site fornece uma atualização sobre as provas e do debate sobre o big bang, incluindo a última revisão técnica e uma resposta a uma crítica de grande circulação, bem como uma lista de leitura técnica, um relatório sobre um recente workshop e links para outros sites relevantes , incluindo um que descreveu o meu próprio trabalho sobre energia de fusão, que está intimamente ligada ao meu trabalho em cosmologia.



      Quais são as evidências contra o big bang?
        Abundância de elementos leves prever densidades contraditórias a teoria do big bang prevê que a densidade de matéria comum no universo da abundância de elementos leves poucos. No entanto, as previsões de densidade feita com base na abundância de deutério, lítio-7 e hélio-4 estão em contradição uns com os outros, e essas previsões têm piorado a cada nova observação. A chance de que a teoria está certa é agora menos de uma em cem trilhões.

       Em larga escala vazios são muito antigas


         A teoria do big bang prevê que nenhum objeto no universo pode ser mais velho do que o big bang. No entanto, os vazios de grande escala observada na distorção de galáxias não pode ter sido formado no tempo desde o big bang, sem resultar em velocidades da atual galáxias muito acima dos observados. Dadas as velocidades observadas, esses vazios deve ter pelo menos 70 bilhões de anos para formar, cinco vezes desde que a teoria de tempo desde o big bang.
  
     Brilho superficial é constante.
        Uma das previsões marcantes da teoria do big bang é que a geometria ordinária não funciona em grandes distâncias. No espaço ao nosso redor, na terra, no sistema solar e da galáxia (não expansão do espaço), como objetos se afasta, eles se tornam menores. Uma vez que a distância se correlaciona com redshift, o produto de tamanho angular e desvio para o vermelho, de q a z, é constante. Da mesma forma o brilho da superfície de objetos, brilho por unidade de área no céu, medido como fótons por segundo, é uma constante com o aumento da distância de objetos semelhantes.

      Em contraste, o universo em expansão do big bang prevê que o brilho de superfície, definido como acima, diminui à medida que (z +1) -3. Objetos mais distantes, na verdade deve aparecer maior. Mas as observações mostram que na verdade o brilho superficial das galáxias até um redshift de 6 são exatamente constante, como previsto por um universo em expansão e não em contradição flagrante com o big bang. "Esforços para explicar essa diferença pela evolução - galáxias iniciais são diferentes daquelas hoje - levar a previsões de galáxias que são incrivelmente brilhante e denso ".


     Demais entidades hipotéticas - matéria escura e energia, inflação a teoria do big bang requer três entidades hipotéticas - o campo de inflação, não-bariônica matéria (escura) e o campo de energia escura para superar as contradições bruta de teoria e observação. No entanto, nenhuma prova foi confirmada a existência de qualquer uma dessas três entidades hipotéticas. De fato, tem havido muitos experimentos de laboratório nos últimos 23 anos que têm procurado não-bariônica matéria, todos com resultados negativos. Sem o hipotético campo inflacionário, o big bang não prevê um isotrópico (liso) radiação cósmica de fundo (CBR). Sem não-bariônica matéria, as previsões da teoria para a densidade da matéria estão em auto-contradição inflação, prevendo uma densidade 20 vezes maior do que qualquer predito por abundância de elementos leves (que estão em contradição uns com os outros).


      Sem energia escura, a teoria prevê uma idade do universo mais jovem do que a de muitas estrelas em nossa galáxia.

        Não há espaço para a matéria escura

       Enquanto a teoria do big bang exige que haja muito mais matéria escura do que a matéria comum, descobertas de anãs brancas (estrelas mortas) no halo da nossa galáxia e de nuvens de plasma quente no grupo local de galáxias mostram que há bastante matéria comum para conta para os efeitos gravitacionais observados, portanto, não há espaço para a matéria escura extra.

       Sem conservação de energia

         O campo de energia escura hipotética viola uma das leis mais testado da física - a conservação de energia e matéria, uma vez que o campo produz energia a uma taxa Titanic do nada. Deixar de lado essa lei de conservação básica, a fim de preservar a teoria do big bang é algo que jamais seria aceito em qualquer outro campo da física.

       Alinhamento do CBR com o superaglomerado local

        Maior os Componentes escala angular das flutuações (anisotropia) do CBR não são aleatórias, mas têm uma forte orientação preferencial no céu. O quadrupolo e poder octopole está concentrada em um anel em torno do céu e são essencialmente zero ao longo de um eixo preferido. A direção deste eixo é idêntica com a direção em direção ao aglomerado de virgem e encontra-se exatamente ao longo do eixo do filamento superaglomerado local do qual nossa galáxia faz parte. Esta observação contradiz completamente a hipótese do big bang que originou o CBR longe do superaglomerado local e é na maior escala isotrópico sem uma direção preferencial no espaço. (teóricos big bang tem implausivelmente rotulados a coincidência da direção CBR preferenciais e direção de virgem a ser um mero acidente e que se esforçavam para produzir novas hipóteses ad-hoc, incluindo que o universo é finito só em uma direção espacial, uma suposição que inteiramente contradiz os pressupostos do modelo inflacionário do big bang, o único modelo geralmente aceito pelos defensores do big bang).
     Evidência de plasma cosmologia

       A teoria prediz corretamente plasma abundância de elementos leves

   Plasma teoria filamentação permite a previsão da massa de objetos condensados formados em função da densidade. Isto leva a previsões da formação de um grande número de estrelas de massa intermediária, durante as formações de galáxias. As estrelas produzem e emitem para o ambiente os valores observados de 4he, mas muito pouco c, n e o. Além disso, raios cósmicos dessas estrelas podem produzir por colisões com ambiente h e ele os valores observados de d e 7li.

      A teoria prevê plasma de física básica da estrutura em larga escala do universo.

       No modelo de plasma, superaglomerados, clusters e galáxias são formadas a partir de filamentos de vórtices de plasma confinado magneticamente. O plasma abordagem cosmologia pode facilmente acomodar as estruturas de grande escala, e de fato firmemente prevê a partir de princípios básicos de física uma distribuição fractal da matéria, com densidade inversamente proporcional à distância de separação de objetos. Esta relação de escala fractal foi confirmada por muitos estudos em todas as escalas do universo observável. Naturalmente, uma vez que a abordagem plasma hipótese nenhuma origem no tempo para o universo, a grande quantidade de tempo necessário criar estruturas em larga escala não apresentam problemas para a teoria.

        Plasma teoria de a CBR prever a absorção de ondas de rádio, que é observado.

     A alternativa plasma vê a energia para o ser, conforme previsto pela radiação liberada por primeiras gerações de estrelas no curso de produzir o 4He observados. A energia é termalizados e isotropized por um emaranhado de densa, filamentos de plasma confinado magneticamente que permeiam o meio intergaláctico. Tem acompanhado com precisão o espectro da CBR utilizando os dados de melhor qualidade, definido a partir do satélite cobe. Uma vez que esta teoria hipóteses filamentos que dispersam a radiação de forma eficiente mais do que cerca de 100 mícrons, que prevê que a radiação mais do que isso a partir de fontes distantes serão absorvidos, ou para ser mais preciso dispersos, e, portanto, vai diminuir mais rapidamente com a distância que a radiação menor que 100 mícrons . Tal absorção tem sido demonstrada uma comparando de rádio e de radiação infravermelha de galáxias em diferentes distâncias - a mais distante, maior será o efeito de absorção. Novas observações têm mostrado a absorção exatamente o mesmo comprimento de onda de 850 microns, tal como previsto pela teoria plasma.
       O alinhamento da anisotropia CBR e superaglomerado locais confirma a teoria de plasma CBR

     Se a densidade dos filamentos absorvendo segue a densidade total da matéria, como assumido por esta teoria, então o grau de absorção deve ser maior localmente na direção ao longo do eixo do superaglomerado (aproximadamente cilíndrico) local e inferior perpendicularmente a este eixo, onde menos matéria de alta densidade é encontrado. Este por sua vez significa que as concentrações dos filamentos fora do superaglomerado local, o que aumenta ligeiramente CBR poder, será mais obscurecida na direção ao longo do eixo superaglomerado e menos obscurecida em ângulo reto com este eixo, como observado.

                                           FIM DO RELATÓRIO
               
          Um comentário: Esta lei da conservação da energia eu também concordo que deva ser desrespeitada, como falada no início deste blog. Isto explica o funcionamento contínuo do universo.

      Este relato de Eric J. Lerner serviu como um grande reforço para minhas ideias.Veja também: The Universe does not expand por Luis Bearge Baldellou. Afim deste blog não se tornar quilométrico, vou receber os comentários através de meu e mail: albcarcam@gmail.com

         COMENTÁRIO FINAL

        Existem os fanáticos religiosos, fanáticos pelo big bang e  os  que creem em  extra terrestres. São três fontes oponentes.
       Geralmente estas pessoas já escreveram livros e não gostariam que seus escritos fossem abandonados instantaneamente. Os que estudaram astronomia não gostariam que seus estudos, muito caros, fossem postos de lado causando-lhes um grande prejuízo. Toda modificação deve ser lenta o suficiente, para não prejudicar estas pessoas. Até aí eu acho muito justo. Por outro lado eles podem ter razão, pois muitas teorias novas podem ser descartadas logo no início e podem até voltar mais tarde, com algumas alterações. Isto deve acontecer com esta proposta de teoria, apresentada aqui. Como até hoje não apareceu nenhuma teoria que fosse dita como certa, esta minha proposta de teoria permanecerá aqui, mesmo contra as oposições. Existem várias teorias, inclusive religiosas, que não foram retiradas pelos seus autores e a minha não será uma exceção. 

         Quando eu não tiver mais condições de repor este blog, espero que tudo não volte como antes: Volta do big bang  e dos mistérios indecifráveis (a oposição às minhas ideias já foram muito fortes). Meu consolo são as frases de "Shopenhauer" e de "Bertrand Russell", (mostradas abaixo). Muitos vídeos e artigos foram retirados, deste blog recentemente pelos seus autores, ou vândalos, dificultando a comprovação do meu trabalho. Outros já foram recolocados. 
             
         Preciso de opiniões, principalmente críticas, para discuti-las e tentar melhorar este blog, como tenho feito sozinho até agora ou descartá-lo de vez. Tenho recebido elogios ultimamente mas nenhuma crítica ou ajuda. que é o que mais preciso.
           
        A minha intenção é fazer uma versão brasileira, se possível, do início do universo (coisa que ainda não temos). Se sua opinião for aprovada ou apenas citada aqui, como curiosidade para ser avaliado no futuro, seu nome poderá ser citado, se você autorizar. Como não tenho nada a perder (sou aposentado) posso me expor sem receio.


     Schopenhauer disse: "Toda verdade passa por três estágios:
     No primeiro, ela é ridicularizada.
     No segundo, é rejeitada com violência.
     No terceiro, é aceita como evidente por si própria".

         Esta frase é confortante e animadora.

      Frase minha (acredito):
      Existem duas coisas muito importantes na natureza:
     O universo e a espécie humana. O que seria um sem o outro? Absolutamente nada. A coisa mais importante é administrar a conservação da espécie humana, já que o universo é indomável.

   Frase de Bertrand Russell “O que os homens realmente querem não são conhecimentos, mas certezas".



        Após ler todo este blog e aprender idéias novas, sugiro que o releia.

     Com os novos conhecimentos adquiridos você terá uma melhor compreensão do    que foi exposto e poderá entender melhor o assunto.

      Lembre de uma coisa falada no início deste blog: A principal finalidade deste blog é mostrar o nascimento do universo e o que existia antes de seu nascimento. 
           
    Postado por Alberto Carvalhal Campos. 
    E mail: albcarcam@gmail.com 
   Terça feira, 10/11/2009.
     

        Este blog sofreu vários danos desde 2010. Tem sido recolocado várias vezes. A ultima interferência foi em 08/01/16. No início até paguei uma pessoa para corrigir todos os erros, mas com o ocorrido, recoloquei o blog sem correções. 
         Tenho sofrido oposições principalmente de três   fontes:   Religiosas, ufológicas e de pessoas desatualizados. É realmente difícil convencer as pessoas à aceitarem um pensamento diferente..
        Devido às interferências e a urgência de se recolocar o blog, ele se apresenta com bastantes erros, principalmente de formatação e pontuação, que está sendo corrigido dentro do possível (falta-me tempo e paciência).   

    Iformações encontradas mais recentemente que confirmam minhas ideias:   
   Por que uma Revolução Física Pode estar a caminho

   New groundbreaking research may expose new aspects of the universe  

   Astrônomos examinam núcleo de uma estrela antes de explodir.     

   Estas partículas são mais rápidas que a velocidade da luz?

   O maior mistério do universo é...   

   De acordo com a nova teoria, o universo não deveria existir.

   O princípio era o tempo 

I  Inflação cósmica balança, multiverso ganha firmeza

   Perseus uso do Japão Suzaku satélite.

   O bóson de Higgs deve ter esmagado o Universo.

   Baby Universe picture brought closer to theory  ---- Enviado por astroengine na

t  terça-feira 24 junho de 2014 @ 04:08

   Como uma supernova produz poeira cósmica

   Velocidade da luz pode ser menor do que se calculava

   Cientistas detectam misteriosas e enormes explosões espaciais

   Hubble centra-se no "grande atrator vigor"

   Explosão mais energetica ja vista é detectada por astronomos em 8/5/13

   Supernova pode ser fonte de poeira que empalidece galáxias - Redação

   do Site Inovação Tecnológica - 7/01/2014

    Novo estudo do conjunto da galáxia Perseus uso do Japão Suzaku satélite. (31 de outubro de 2013 ) detectado em fevereiro de 2014.

     Telescópio Planck recalcula idade e composição do Universo 

     Já estamos prontos para descartar a teoria do Big Bang?

     Novo telescópio espacial vai estudar o "Universo Negro"

  Http://www.gallup.unm.edu/~smarandache/UnsolvedProblemsRelativity.pdf publicado em 2013.Foi detectado na internet em fevereiro de 2014.

    "Poeira ejetada de buraco negro desafia teoriasRedação do Site

 

     Inovação Tecnológica - 21/06/2013 e detectado em fevereiro de 2014


     Ars Physica - detectado em fev. de 2014.

     Mais próximo, supernova mais brilhante em décadas também é um pouco estranho. publicado por newsletter sciendaily , em 27/02/2014. 

     http://kuantica.wordpress.com/2009/03/26/


     eventos-anteriores-ao-big-bang - continuam-um-misterio


/     Explosão mais energética já vista no  universo é detectada por astrônomos 

      em 8/5/13


     Grande atractor vigor fica distante da  Via Láctea, e fica a cerca de 220 milhões de anos-luz de distância

     Hubble centra-se na “Grande Atractor”


     O Universo tem um eixo central de rotação?                Redação do Site Inovação Tecnológica - 11/07/2011

     Ondas gravitacionais do big bang foram detectadas pela primeira vez

      Explosão mais energéticas já vista no universo é detectada por astrônomos em 8/5/13

     Mapa do universo questionado: galáxias anãs não se encaixam modelo padrão Data:11 de junho de 2014

     Descoberta sobre sinais do Big Bang é contestada Redação do Site Inovação Tecnológica - 23/06/2014                                                                                     http://www.alfredo- a.pro.br/discussoes/cesarlattes.html                                      Experimento vai criar matéria e antimatéria a partir da luz                           Plano proposto para o futuro da física de partículas EUA     http://www.theguardian.com/science/blog/2012/jul/04/higgs-boson-discovered-live-coverage-cern                                                                                                                        Galáxia enigmática desafia astrônomosRedação do Site Inovação Tecnológica - 15/10/2014

     Enxame de galáxias distante e evoluído desafia teorias
     Redação do Site Inovação Tecnológica - 10/03/2011

     Choques de galáxias produzem galáxias de discoRedação do Site Inovação Tecnológica - 14/10/2014

    Teoria dos multiversos ganha força

      New groundbreaking research may expose new aspects of the universe

      A gravidade e a curvatura do espaço-tempo - Crítica

      Veja comentário de "Campos" em 14/10/11 no artigo: 7 fatos surpreendentes sobre o universo. (gravidade instantânea).

     Mistério das bolas de fogo próximo de ser elucidado                                                Mistério das bolas de fogo próximo de ser elucidado

     http://www.gluon.com.br/blog/2015/02/06/a-campainha-quase-perpetua-de-oxford/

     Por que uma Revolução Física Pode estar a caminho

     O Universo tem um eixo central de rotação?            Redação do Site Inovação Tecnológica - 11/07/2011

     Baby Universe Imagem aproximar Theory noticias

     Astrônomos examinam núcleo de uma estrela antes de explodir

    Acelerating universe? Not so fast  

    Stars With the Chemical Clok On Hold
    Menor galáxia conhecia abria buraco negro supermassivo
  Exposição aos raios cósmicos galácticos longos leva a prejuizos cognitivos demência like 
    Desmentida descoberta de ondas gravitacionais e inflaçao cósmica

    Observações de um bilhão de anos depois do Big Bang: Nova etapa do ciclo de vida galáctica descoberto                                                                                           Supernova  novas dúvidas sobre energia escura 

     A partir de 2015, não mais foi colocado novos sites de consulta. Tem aparecido artigos recentemente que comprovam minhas suspeitas.